IMPOSTO

Hoje vamos falar sobre um dos maiores inimigos da liberdade e do povo: o imposto.

Mas, o que é imposto?

Como diz o nome, provém de imposição, impor alguma coisa ou algo às pessoas, no caso referido, a cobrança de taxas ou alíquotas em cima de algo, serviços ou produtos básicos e necessários.

E porque ele acaba sendo um inimigo? Exatamente por se impor, e tirar a liberdade de compra e escolha do cidadão e até mesmo das corporações, querendo ou não atacando o livre mercado e a livre escolha.

Afinal de contas, qual a lógica ou sentido do IPTU ou IPVA, por exemplo? Sendo que você já pagou pelo automóvel ou casa, e ainda tendo que continuar a pagar esses ditos “impostos” senão você poderá perder aquilo que você já adquiriu com seu esforço e suor.

E tem alguém que se beneficia com uma coisa tão maléfica à sociedade? Sim amigos, ele mesmo, o ESTADO.

Enquanto o cidadão paga tudo quanto é tipo de imposto para se obter algo e até mesmo não privar totalmente sua própria liberdade, nem as empresas e corporações se salvam, pois ela embutem impostos em cima de produtos ou serviços simplesmente para cobrir o que elas pagam de taxas, impostos e alíquotas, faz aquele: desvestir um santo para cobrir o outro, e enquanto isso só alimentando o estado que é o único que se beneficia de tudo isso (funcionários públicos, burocratas, classe política, corporativistas, etc…) para que no final eles possam decidir no que você pode fazer ou não, ou o que pode comprar ou não, sendo que você cidadão é que praticamente banca tudo isso.

Imposto é um inimigo sim do povo, da liberdade e da nação e justamente ele é uma das coisas que trava a prosperidade do próprio povo.

#fredjonas

Este é um padrão em todos os países:

Bilionários, grandes corporações e os players hegemônicos no mercado enriquecem a cada novo lockdown — e por isso tem tanto interesse nos fechamentos compulsórios — e a aristocracia do funcionalismo público, imersos na matrix do legalismo e incapazes de compreender conceitos básicos de economia, clamam, do alto de sua torre de marfim, para que você feche seu negócio, fique em casa, e deixe um motoboy e o povão do ônibus morrerem por você.

A cada novo fechamento a riqueza encolhe e se concentra. A cada nova agressão às pessoas pacíficas os recursos para o combate de QUALQUER doença diminuem.

E aqueles que sustentam essa estrutura nefasta e estes seres lobotomizados são as pessoas produtivas. Os verdadeiros responsáveis por enriquecer a sociedade e torná-la melhor estão sendo açoitados dia após dia.

Vivemos uma verdadeira escravidão moderna e a ÚNICA forma de escapar é desprezar completamente estes seres inúteis e suas leis malignas.

Pois nenhuma, exatamente nenhuma boa ideia requer força.

#joaozuan

Liberdade? Eu lhe dou a prisão.

Proibir. Impor. Multar. Se preciso, prender.

A solução não é o conhecimento, a busca pela cura, pela vacina (sim, todos querem vacinas, só não admtirmos que alguém seja obrigado a se vacinar) ou por métodos inteligentes e responsáveis.

A solução não é nada disso.

A solução é…

Controlar!

Os parasitas estatais, travesidos de governadores é prefeitos, agora, acham-se no direito de dizer se você pode ou não sair de sua casa e, basicamente, querem impor a pessoas honestas, trabalhadoras e em sua esmagadora maioria saudáveis um regime de prisão domiciliar.

Liberdade?!

“Vocês não sabem o que fazer com ela”.

Economia?!

“Não é possível pensar em Economia antes de pensar na Vida”, falam os burocratas de plantão.

Inocentes, acordem!

Esse bando de come e dorme – que em regra nunca trabalhou na iniciativa privada – não entende nada de Economia.

Eles vivem a nossas custas e, por medo da imprensa ideológica e tentando pagar de responsáveis, vão destruir a Economia, a Vida e a Esperança.

“Ah, mas quem não usa máscara e vai às ruas coloca o outro em risco”, dirá o adulto adolescente… Então que você não se aproxime de ninguém, fique em casa, use máscara ou, se preferir, use uma burca!

O vírus é real, o risco é real, o sofrimento é real, as mortes são reais, mas entenda: muitos sabem que o vírus é real e justamente por isso são responsáveis e lidam com a realidade de maneira madura.

Você prefere ficar em casa?

Então fique em casa e espere o Estado encher sua geladeira…

Mas não queira que o seu pânico seja imposto a todos.

Isso não faz sentido.

#DiogoSimas

Lockdown é fascismo, independente da ciência.

Não existem evidências científicas que o lockdown é uma maneira efetiva de se lidar com o virus, ao contrário disso. Não existe nenhuma prova e nem evidência de que esse método fascista, absolutamente anti-ético funcione.

Só raciocinar um pouco, se o virus fosse realmente devastador como a mídia soviética propagandista afirma, as pessoas voluntariamente se isolariam, de acordo com sua avaliação de risco, subjetiva.

Se fosse uma epidemia de Ebola por exemplo, as pessoas ficariam horrorizadas e não sairiam voluntariamente de casa, a não ser para fazer algo absolutamente crucial.

Nem na situação de epidemia de ebola seria racionalmente um lockdown. São as pessoas, com sua liberdade individual, que devem avaliar o risco.

Um exemplo seria uma pessoa que precisa sair para trabalhar senão morre de fome. Diante da certeza da morte pela fome e pela dúvida de morrer em um surto epidemico, é normal e até aconselhável que a pessoa saia e arrisque sua vida.

E todas as “pessoas que ela colocar em risco” na verdade partem do mesmo princípio. Todos avalariam o risco/benefício e estão nas ruas por sua conta, exercendo a sua liberdade e dispostas a sofrer as potencias consequencias positivas e negativas.

Toda ação humana pré supões risco positivo e negativo. Toda vez que você dirige “está colocando a vida dos outros em risco”, e nem por isso proibimos carros.

A Liberdade vem antes de um conceito subjetivo de “segurança”. Sabemos que sem liberdade jamais haverá segurança alguma, a tirania não soluciona nada, apenas agrava o problema e isso é provado tanto através da lógica quanto dos experimentos históricos.

Nós do Partido Libertários somos contra o lockdown e todos os políticos e propagandistas soviéticos travestidos de jornalistas devem responder judicialmente por terem defendido esse sistema anti-humano que é o lockdown.

É MUITO CIÊNCIA, É CIÊNCIA PRA !@#$%^&*

#rufus

O SEGREDO DA PROSPERIDADE E PORQUE DEVEMOS ESPALHAR ESTA IDEIA.

Uma das falácias mais prejudicais e também muito difundida em nosso tempo é que é o consumo o motor da economia. Caso as pessoas passassem a consumir mais, haveria um estímulo de produção e assim nos tornaríamos mais ricos.

Nada poderia estar mais errado.

Imagine a seguinte situação. Seu José e seu João são vizinhos de propriedade, ambos plantam milho e seus meios de produção (maquinário, solo, etc) são muito parecidos; e os dois, também, buscam melhorar a produtividade da área.

Seu José, a fim de incrementar sua produção, passou a poupar. Foram duas árduas safras economizando seu lucro para poder investir tanto no seu solo como em máquinas melhores. O resultado foi uma maior produtividade e consequente maior produção, o que resultou em um aumento de sua riqueza.

Seu João fez o contrário. Seu João gastou todo o lucro que recebeu, e não manteve dinheiro para investir em sua terra. Hoje seu João é mais pobre que seu José.

Este pequeno exemplo demonstra o quão necessário é o fator poupança. É a poupança, e não o consumo que nos torna mais ricos.

É ilógico pensar que individualmente enriquecemos consumindo mais, e esta mesma ideia é válida para a economia inteira.

O consumo não está no começo da equação, e sim, no fim. A poupança promove investimentos e incremento de produtividade, desenvolvendo a economia, elevando salários e diminuindo os preços. E é essa combinação de fatores que faz com que as pessoas passem a consumir mais e assim satisfaçam suas necessidades de maneira eficiente.

Portanto os impostos além de antiéticos, são prejudiciais para a formação de riqueza e acabam impedindo o desenvolvimento econômico.

As pessoas precisam entender que seu dinheiro é muito mais valioso em suas próprias mãos — tanto para elas mesmas como para a sociedade como um todo — do que nas garras do governo.

O dinheiro nas mãos do estado é sugado por políticos, pela elite do funcionalismo público, por privilégios e ineficiências inerentes a qualquer serviço estatal para, por fim, depois de adentrar este enorme filtro sórdido, sair em forma de migalhas para os mais pobres.

A concepção desta ideia de que a pobreza seria eliminada, e nos tornaríamos mais prósperos sem o roubo institucionalizado e as intervenções autoritárias promovidas pelo bandido estacionário, é a chave para uma sociedade questionadora, que veria o fruto do seu esforço com mais apreço, e que jamais aceitaria qualquer tipo de agressão respaldada por leis positivadas.

#joaozuan

Censura

Liberdade de Expressão.

Liberais não gostam de liberdade.

Liberais gostam da liberdade que lhes convém.

Há exceções?

Sim, mas, em regra, essa é a realidade.

E liberais embarcam num positivismo estúpido e argumentam que “está na lei”, “está na Constituição”, como se um pedaço de papel tivesse o condão de tornar o absurdo razoável.

E os fatos comprovam o absurdo: liberais não gostam de liberdade.

Os liberais foram a grande decepção durante a pandemia.

Por quê?

Porque defender a liberdade em situações normais é fácil, porém, o verdadeiro defensor da liberdade é descoberto nas situações difíceis, onde há riscos, pois é quando, de fato, a liberdade está em risco.

E o que os liberais, com raras exceções, fizeram durante a pandemia?

Defenderam lockdown, uso de máscara obrigatório e, alguns, chegaram ao cúmulo de defender vacinação obrigatória!

Liberais?!

Não passam de controladores que estudaram um pouco de Economia, mas não têm a liberdade como princípio.

Voltemos à Liberdade de Expressão…

Um Deputado Federal expôs sua opinião e foi preso.

Simples assim.

Você pode não gostar da opinião, você pode não gostar dele, mas não houve e não há qualquer razão para a prisão de uma pessoa porque falou.

Ele falou.

E foi preso.

E os ministros do stf (tudo em minúsculo) estão fazendo um malabarismo jurídico inacreditável para calar a boca de uma pessoa.

O Deputado?

Irrelevante.

Mas se os ministros do stf calam um Deputado, o que esses malucos farão com jornalistas, professores, advogados, escritores, motoristas, enfim, com quem não tem poder se eventualmente os desagrade?!

Estamos vivendo censura e censura, como a Liberdade de Expressão, não tem meio termo.

Censura é censura.

Liberdade é liberdade.

#DiogoSimas

Liberdade: ou existe ou não existe.

Liberdade de Expressão ou é absoluta ou não existe.

Mas é para tudo?

É para quem defende o racismo, a homofobia, o nazismo, o comunismo?

Sim, pois é justamente nessas situações que se verifica se o defensor da liberdade é, de fato, defensor da liberdade de expressão.

Defender a liberdade de expressão quando o que se diz não agride ninguém ou é apenas uma opinião diferente da sua, convenhamos, é fácil.

O difícil é nas situações extremas.

Como combater quem fala abertamente que é a favor da homofobia, racismo, nazismo, comunismo?

Com inteligência.

Basta que você traga argumentos melhores e que tenha a razão ao seu lado para mostrar que o idiota que propaga essas ideias é idiota, que sua mensagem é idiota e que merece ser rechaçada pela responsabilidade individual, mas nunca pela censura!

Nunca pela prisão!

Nunca pelo medo!

Quem opta pela censura, pela prisão, pelo medo, faz a escolha fácil justamente por não ter argumentos e prefere calar quem lhe incomoda ou ofende e impor o silêncio.

Liberdade de expressão é difícil, pois só é bela e moral quando se fala algo que nos agrada, mas a liberdade real é justamente quando ouvimos ou lemos algo que é horrível e temos de argumentar ou calar, mas não proibir.

Você concorda?

Discorda?

É um direito seu.

No Brasil há liberdade de expressão.

Ao menos por enquanto.

#DiogoSimas

COMO VIVEM OS RICOS DA VENEZUELA

O texto abaixo, de autoria de Sergio Dahbar, foi traduzido e adaptado para a língua portuguesa. O original fora publicado na Revista Don Juan na edição nº 133 (março/abril de 2018) e está disponível em https://www.eltiempo.com/don-juan/historias/ricos-y-lujo-en-venezuela-16881203

COMO VIVEM OS RICOS DA VENEZUELA

O jornalista Sergio Dahbar resolveu investigar um assunto sobre o qual ninguém fala e nem quer falar: como vivem os ricos na Venezuela. O jornalista esteve nos restaurantes onde correm garrafas de Petrus e Möet & Chandon e os chavistas gastam fortunas com candidatas do concurso Miss Venezuela. Visitou os mercados que vendem carne trazida diretamente dos melhores açougues de Manhattan. Esteve nas lojas que fazem entregas a domicilio para os membros do governo que gastam, sem constrangimento algum, 20 mil dólares em roupas e acessórios. Bem vindos ao luxo chavista.

É cada vez maior minha sensação de que os venezuelanos vivem dentro do filme “Casablanca”, de Michael Curtiz. Parece curioso, parece mentira, mas representa a mais crua realidade. Essa é a realidade conhecida por muitos que chegam à Venezuela: encontram duas realidades que, parafraseando Gabriel García Márquez, se parecem com “duas saudades colocadas de frente uma para a outra como dois espelhos”.

Casablanca sempre foi um sonho perigoso: a ideia de que em meio a uma guerra atroz -com seis milhões de judeus exterminados e países arrasados, um restaurante reúna nazistas, expatriados, traidores, líderes da resistência, negociantes do pior tipo e colaboradores fascistas, impecavelmente vestidos como se estivessem em uma festa na Côte d’Azur– não deixa de ser um drama romântico que simplesmente banaliza o horror.

Em tais restaurantes -seja o Sotto Voce, o Aprile, o San Pietro ou o Alto, em Caracas, ou o Gaia, em Margarita- abundam técnicos internacionais de diferentes organismos multinacionais, acompanhados de belas mulheres que mal abrem a boca. Nesses lugares abundam também garrafas de água mineral Petrus e champagne Moët & Chandon, além de outras marcas mais exclusivas. Todos os comensais se divertem muito, como na Casablanca de Humphrey Bogart.

O primeiro que deve ser esclarecido é que esta realidade -que chamaremos própria da Casablanca durante a Segunda Guerra- só pode ser experimentada por uma ínfima parcela da população venezuelana.

Os resultados de pesquisas sobre as condições de vida dos venezuelanos -realizadas pelas universidades UCAB (Universidad Católica Andrés Bello), UCV (Universidad Central de Venezuela) e USB (Universidad Simón Bolívar)-demonstram que 80% das famílias se encontram em situação de insegurança alimentar, termo utilizado para denominar a escassez de alimentos e o difícil acesso a estes.

Estes números causam espanto quando avaliados com atenção: cerca de 8,2 milhões de venezuelanos fazem duas ou menos refeições diárias, e os alimentos consumidos são de baixíssima qualidade. De cada dez venezuelanos, nove não podem pagar por sua alimentação diária.

A maioria não consegue comprar comida ou medicamentos pois o salário mínimo venezuelano -de 4 a 5 dólares- é insuficiente para cobrir suas despesas. A alternativa, na maioria das vezes, é procurar comida no lixo.

Khaled é descendente de uma família árabe. Seus antepassados chegaram à Venezuela tão pobres que não trouxeram malas, somente as lembranças das guerras do Oriente Médio. O avô de Khaled escapou por um triz de ser espancado até a morte por uma tribo que o confundiu com um cristão.

A Venezuela foi o paraíso para o seu avô, mas podemos afirmar que a sorte dessa família aumentou com o governo de Hugo Chávez. Khaled teve a boa fortuna de encontrar o melhor negócio de sua vida e resolveu que precisava trazer alguns primos do Líbano para fazer negócios nos trópicos.

Muitas famílias árabes convidaram seus parentes para visitá-los na Venezuela. Já no país, os recém-chegados compravam empresas que estavam inativas devido à recessão econômica. Estas empresas, então, passaram a solicitar dólares ao governo por meio da Cadivi (Comisión Nacional de Administración de Divisas), com o objetivo de trazer produtos “estratégicos” para o país por meio desses fundos empresariais.

As denúncias investigadas pela Comissão de Controladoria da Assembleia Nacional da Venezuela indicam que a Cadivi destinou irregularmente cerca de 840 bilhões de dólares para o transporte de mercadorias, que em muitos casos não chegaram à Venezuela.

Como isso ocorria? Por meio dessas empresas, eram solicitados fertilizantes para a agricultura. Dólares foram liberados para realizar as compras. No entanto, os contêineres chegavam cheios de areia das praias de Miami, contêineres estes que ninguém chegou a abrir nos portos da Venezuela.

A máquina de produzir dólares no exterior era infinita, porque o dinheiro da venda do petróleo nos anos de bonança econômica também era infinito.

Khaled pagou US$ 2.000 para participar do Partai Margarita Weekend, um festival de música eletrônica de quatro dias em Playa El Agua, Ilha Margarita. A quinta edição do festival contou com a participação de DJ’s da cena eletrônica do mundo inteiro. O uísque Johnnie Walker Blue Label, um dos preferidos do chavismo, esgotou durante o festival. Cada garrafa custava 500 dólares. Khaled, que queria impressionar uma amiga que acabara de conhecer, consumiu com seus amigos cinco garrafas do exclusivo uísque.

Curiosamente, os primos de Khaled já voltaram ao Líbano. Eles cumpriram a missão de enriquecer a família. Trata-se de mais um dos muitos clãs árabes que se tornaram bilionários com negócios corruptos que o governo facilitou em troca de comissões exageradas. As empresas utilizadas foram desativadas e os nomes dos proprietários que cometeram o golpe perfeito não podem ser rastreados.

Nassim vendeu sua empresa em troca de uma caminhonete Toyota Fortuner, um automóvel de luxo que ele jamais poderia comprar. Hoje em dia, Nassim usa o veículo como um táxi de luxo para transportar clientes ao aeroporto.

Os irmãos Mendoza, privilegiados membros da classe média venezuelana, formados nas melhores escolas e amantes da pesca, nunca imaginaram que esta paixão os tornaria empresários de sucesso em um dos momentos mais críticos da Venezuela.

Eles são donos de mercados (já têm quatro só em Caracas) onde ricos e chavistas compram produtos impossíveis para a maioria dos venezuelanos. Cortes de carne premium, embalados a vácuo e oriundos dos mais exclusivos açougues de Manhattan são comprados pelos guarda-costas dos chavistas.

Cada quilo dessa carne premium custa 100 dólares (e há carrinhos de compras que saem com 50 quilos). Os guarda-costas também compram maionese de abacate, massa italiana sem glúten, sal do Mediterrâneo, anchovas ibéricas, presunto Serrano de Parma, caviar italiano, vinagre balsâmico para acompanhar o sorvete de Veneza.

Todas as tentativas de contato do autor da reportagem com os proprietários do supermercado foram frustradas. A verdade é que ninguém quer falar por medo -ou por temor a ser confrontado.

Isaías Mojavi é daqueles que não temem, porque garante que não fez nada de ilegal. Sua loja de roupas e artigos de luxo, localizada em um dos shoppings que antes abrigavam todas as marcas de luxo do mundo, vende camisas Kiton, jaquetas Brioni, isqueiros Dupond e charutos de luxo Dunhill.

Os funcionários das lojas próximas sabem que os chavistas que estão no governo se vestem na loja de Isaías Mojavi. O curioso é que esses clientes nunca são vistos. Isaías organizou seu negócio “a domicilio” que leva os produtos para os membros do Governo em seus escritórios, onde eles tomam suas medidas e contratam a compra de ternos, jaquetas e calças, camisas, sapatos, relógios exclusivos, iPad de ouro, entre outros itens de luxo.

Alguns realizam compras que facilmente somam vinte mil dólares. Em alguns casos, trata-se de presentes cuidadosamente escolhidos para pagar por um negócio corrupto que rendeu muitos dólares. Para agradar o funcionário público e garantir futuras oportunidades de ouro, os mimos escolhidos costumam ser isqueiros de cinco mil dólares ou relógios de quinze mil dólares.

Um dos capangas de Rafael Ramírez -que foi presidente da PDVSA, ministro da Energia de Hugo Chávez, e ainda administrava o dinheiro da família do falecido presidente- frequentava regularmente o restaurante San Pietro em Caracas. Seu nome ficou conhecido por seus costumes extravagantes e luxos excessivos: Diego Salazar, filho de um guerrilheiro.

O regime chavista entregou a Diego Salazar a gestão dos seguros da PDVSA. Um negócio multimilionário, especialmente quando realizado de forma irresponsável. Salazar foi visto muitas vezes com clientes em San Pietro. Os garçons lembram que ele tinha um costume curioso:

“Salazar costumava observar o relógio do cliente. Se fosse muito barato e simples, pedia ao sujeito para ver o relógio mais de perto. Com o objeto em mãos, Salazar o destruía e, em seguida, pedia ao garçom uma garrafa de Louis Roederer Cristal Medallion Orfevres, Edição Limitada Brut Millesime, desenhada por Philippe di Meo, coberta com ouro 24 quilates. Ele abria a garrafa e tirava um relógio Hublot de sua maleta.”

Um conhecido, amigo de seu pai, define-o como “um corrupto que sonhava em ser cantor e tinha uma orquestra de 50 músicos para se divertir como se fosse uma figura do mundo do espetáculo. Ele é um homem que não aceita um ‘não’ como resposta”.

Em outra ocasião, Salazar ficou muito interessado em um edifício ao norte de Caracas. Percorreu todos os andares do edifício e convenceu todos os proprietários a lhe vender seus imóveis. Um dos moradores me contou a conversa que teve com o milionário:

Diego Salazar chegou vestido impecavelmente, com um conjunto de linho, muito perfumado e asseado. Salazar fez uma oferta ao meu amigo, que agradeceu e esclareceu que não tinha interesse em vender. Salazar respondeu que pensasse com calma, que talvez fizessem negócio. Meu amigo negou-se novamente, e Salazar começou a subir a aposta. Atualmente, Salazar é o único dono do edifício de sete apartamentos. Um dos proprietários que vendeu seu apartamento pelo dobro do preço do mercado, afirma que no tal edifício vivem seus guarda-costas, amigas e chefs de cozinha que preparam sua comida.

Em sua época de ouro, Diego Salazar fechava um dos restaurantes mais caros de Las Mercedes, pagando fortunas aos donos para que estes mantivessem o estabelecimento funcionando a partir da meia noite.

Um garçom que trabalhou nesse restaurante narra que Salazar “levava seis garotas que haviam participado do Miss Venezuela, para que servissem seus convidados com os seios à mostra. Corria champanhe até as seis da manhã. Alguns convidados perdiam a linha e a festa terminava parecendo uma orgia”.

Reza o entendimento comum que a ilha de Margarita é uma pérola no Caribe. Mas é uma joia que não escapa das carências do resto do país. Localizada a 40 quilômetros ao norte do continente, possui uma superfície de 1.000 quilômetros e uma das infraestruturas mais desenvolvidas das ilhas do Caribe, com shopping centers, hotéis de luxo e belas praias.

Mas a realidade também no único estado insular do país está dividida entre os muitos cidadãos que vivem na extrema pobreza, com dificuldades para obter alimentos e medicamentos, e alguns poucos que vivem como reis.

Gaia era um restaurante italiano emblemático da ilha, um dos dez mais famosos segundo os guias especializados. Conhecidos membros da oposição e do governo costumavam frequentar o Gaia, em uma sorte de piscadela do destino para com o ambiente de Casablanca. Conseguir uma mesa na alta temporada era muito difícil, e as filas de espera podiam durar horas.

Mas algo aconteceu em dezembro passado. O restaurante fechou as portas e reabriu em um espaço maior no andar térreo do hotel Venetur (antigo Hilton), que Hugo Chávez expropriou de forma arbitrária e violenta.

Um dos antigos clientes do restaurante respondeu com um leve desaire quando o questionei sobre o novo restaurante: “não frequento mais o Gaia. O governo financiou essa expansão para ter um local para almoçar sem ser visto. Os chavistas vão lá agora, se sentem bem. Eles gastam fortunas, protegidos em um ambiente em que ninguém os vê. Eu não vou àquele lugar.”

Tive que atravessar o saguão do hotel Venetur para chegar ao Gaia. Enormes fotos do presidente Chávez, mensagens de amor revolucionário e uma estética que não se parece em nada com o socialismo que conhecemos precedem os corredores que levam a uma entrada luxuosa e de design exclusivo.

Hoje o Gaia é um restaurante luxuoso, muito diferente daquele ambiente simples e discreto que vivia cheio de clientes no centro de Porlamar. Tem hoje um toque de formalidade e pretensão que não combina com a verborragia do chavismo popular. Esse é, portanto, um restaurante que o povo não pode frequentar.

A proprietária Úrsula Pernía trabalha com afinco para que tudo esteja em seu lugar. Lidera um batalhão de funcionários, colaboradores, garçons e eventuais técnicos. Úrsula não perde de vista nenhum detalhe: as plantas, as manchas em um sofá ou uma rachadura no piso de cerâmica.

Ursula não gosta de ser incomodada quando está ocupada, muito menos com perguntas constrangedoras sobre a mudança de seu restaurante ao ventre da revolução em Porlamar, onde poucos podem pagar por seus pratos preparados com ingredientes refinados e inacessíveis à população, tais como botarga, azeite de oliva, sardinha, peperoncino, massa caseira, alcachofra, lagosta e outros frutos do mar.

Ursula tem a esperança de que os clientes que abandonaram o Gaia voltarão, pois considera que as coisas são mais complexas do que simplesmente acusar um empreendimento só porque ele se mudou para um determinado endereço. A proprietária parece esperar que as coisas voltem ao normal, em um país onde quase nada parece ter voltado à normalidade de antes.

Conforme as horas passam, começam a chegar os clientes que fizeram reserva para o almoço: militares acompanhados de empresários, famílias para celebrar um aniversário. As roupas, as bolsas e os sapatos são impressionantes: custam verdadeiras fortunas.

É paradoxal que este hotel –mais bolivariano e “soberano” do que nunca- receba comensais que podem gastar tanto dinheiro de forma ostensiva, em um momento tão crítico da Venezuela.

Num dos centros comerciais mais conhecidos da ilha de Margarita, o Sambil, existe um bar de sucesso chamado Green Martini, cujo estacionamento, à noite, fica lotado de caminhonetes Toyota blindadas brancas.

O Green Martini é uma das casas noturnas mais cobiçadas da ilha pelos cadiveros (nome cunhado pelos negócios irregulares da CADIVI), entre outros que fazem e continuam fazendo negócios com o governo.

Estou acompanhado por um dos históricos empresários da ilha. Observamos com certo espanto o volume de consumo à mesa (champagne, gin, whisky, rum), como se o país vivesse uma festa de fartura sem limites. As bebidas são caras e as contas somam valores em dólares impossíveis de pagar para quem ganha um salário médio ou alto.

“Esta é uma geração sem moral. Eles querem ganhar dinheiro a qualquer custo e não se importam se as pessoas de fora, que inclusive podem ser os seus empregados, vivam uma vida miserável. É possível que amanhã tudo mude e isso continue igual”, diz o empresário que concordou em me acompanhar sem muito entusiasmo, mais como uma cortesia a um visitante.

Quem visita a Venezuela deve se preparar para enfrentar uma realidade inexplicável. Para além da ética e da moral de cada pessoa, tal contraste brutal nunca deixa de surpreender, longe de palavras obsoletas como misericórdia, piedade e compaixão. O sofrimento de muitos e a ostentação de poucos produzem uma realidade complexa, abismal, próxima do mal-estar. A cada dia que passa a mão de Deus parece estar mais longe.

Não tenho dúvidas de que na Venezuela, um dos mais importantes países produtores de petróleo do planeta, seja possível conseguir as melhores bebidas, os pratos mais saborosos, apartamentos de milhões de dólares em áreas exclusivas, carros de alto padrão, roupas luxuosas e extravagantes, os melhores charutos e viagens a paraísos em jatos particulares.

A propaganda que comove o mundo a respeito da emergência sanitária e alimentar, sobre a diáspora que sangra o país, convive com o desperdício avassalador de um grupo privilegiado que tem acesso a dólares baratos e os desperdiça.

O fato de que tantos milhões de dólares entrem com a venda do petróleo, mas não sirvam para alimentar o povo, e que ao mesmo tempo mantenha a população em um estado de terror diário porque as ruas são perigosas, abre espaço para novas reflexões.

A Venezuela deixou de ser um verdadeiro país para se tornar uma caricatura onde alguns cavalheiros que fazem negócios duvidosos vivem como xeiques. Eles podem fazer isso. Eles têm tudo nas mãos. Eles são os frutos terrestres da corrupção.

Os emergentes sangraram: O maior retrocesso do século XXI que não contaram a você.

Com 25 anos, confesso, jamais vi um momento tão assustador. Que tamanha ousadia em fechar os comércios. Quem imaginaria: bares, restaurantes, fabricas, varejistas e comerciantes, com suas portas fechadas. Ver o setor de serviços e turismo capengando e lutando para manter-se vivo. Vivenciar o desespero do empresário com perda do capital e as famílias com suas rendas ceifadas.

Até a gigantesca Walt Disney, viu uma queda de 99 % em seu faturamento no primeiro semestre. A indústria brasileira e internacional jamais presenciou um tombo assim, uma queda de 80% de suas receitas. Em seguida o setor de serviço, com baixa de 15,4% no segundo trimestre.

Soa até engraçado o termo “O novo normal”. Vivenciar as barbaridades impostas pelo Estado: falta de liberdade, fome, punições e a condição desumana precária que impôs ao indivíduo. O desemprego batendo recorde, aumento da taxa de pessoas que se encontram na pobreza, níveis de produtividade descendo ladeira a baixo. Vestígios de um lockdown ou mal planejado ou desnecessário, fica a critério do leitor.

Adam Smith, em sua época, era crítico ao Estado e seu sistema mercantilista e autoritário. Parece que retrocedemos a tal período, o grande problema não está apenas em fechar os comércios. Como relatava Smith: ‘‘Na medida que se limita o câmbio (trocas), limita-se a divisão do trabalho e todos benefícios que alcançados através da divisão do trabalho”. Exemplo: produtividade, educação, bem-estar, qualidade de vida, enriquecimento, entre outros. O fechamento dos comércios não aumentara somente a fome e desigualdade como também, inibira ou retrocedera, todo processo evolutivo de grandes sociedades e indivíduos.

O cenário das economias emergentes durante a pandemia.

Os países emergentes representam 60% da economia mundial, os recursos repassados pelo FMI — Fundo Monetário Internacional tem sido menor comparado aos países mais ricos e terão que se movimentar sozinhos para rever esse cenário catastrófico, com recursos limitados e aumento do fiscal a patamares insustentáveis. O impacto da covid-19 nessas economias tem sido menor comparado aos países desenvolvidos, mas a longo prazo as consequências serão desastrosas. Os países mais pobres terão que fazer um esforço maior no pós covid-19 com impacto das empresas, desemprego e dívida pública.

No Brasil tivemos uma queda do PIB de 4,05%, a maior queda histórica de nossa economia. Falar de queda de maneira aritmética pode soar um pouco confortável, mas vou tentar mostrar tamanha a gravidade. O desemprego salta recorde pós recordes já são, 14,6% afetados, no geral são 14,1 milhões de pessoas sem emprego. Os gastos públicos em 2020, fecharam em quase 1 trilhão vendo um governo federal perdido sem saber o que fazer. O retorno das escolas por aqui foi mais lento que dos demais países. Ficamos 41 semanas sem aula. A média mundial foi de 15 a 18 semanas. Sem contar o total despreparo entre alunos e professores em adaptar a tecnologia e a escassez de eletrônicos aos alunos mais pobres.

A perda do aprendizado reflete em perdas de habilidades, isso reflete na produtividade. O impacto negativo no PIB pode ser de 1,5% em média até o final do século. Em regressões históricas de crescimento para estimular impacto de longo prazo de uma perda aproximada de 1/3 de ano de estudos para os estudantes.

O emergente mais crítico é a África, o país está a anos de atingir a imunidade total da covid-19. O FMI destacou para a região um crescimento mais lento, comparando o restante do mundo. Os africanos que sempre viveram em condições precárias e extrema pobreza sentiram um pouco de otimismo, esperança e crescimento, com o ciclo das comodities. A taxa da população carente em pobreza, caiu de 56% em 2003 para 40% em 2018. Na Etiópia, as crianças no ensino primário estavam quase todas matriculas antes da pandemia, contra 65% em 2003.

Desde 2016 o país vinha dando sinais de recessão, porém com a pandemia a situação ficou fora do controle, o PIB da África caiu 7,8% em 2020. As contas públicas não fechavam, em 2019, a dívida pública era de 62% do PIB, em 2020, aumentou para 70%. A pressão na região foi maior que nos países mais ricos. O país gastou apenas 3% do PIB na pandemia, uma das regiões com menor gastos, contra 7% dos demais países. E com isso não impediu 32 milhões de pessoas em extrema pobreza.

Retrato de uma pandemia e um lockdown generalizado. Enquanto o resto do mundo pode voltar ao “novo normal” em 2022, é provável que a África só retornará em 2024. O país é um dos últimos da fila de vacinação.

As escolas ficaram fechadas por 23 semanas, acima da média global. E ainda existe a falta de energia elétrica em grandes regiões do continente. Para o Banco Mundial o fechamento das escolas custará US $ 500 bilhões em receitas futuras, ou quase US $ 7.000 por criança. Além de muitas crianças jamais retornarem as aulas e se tornarem crianças trabalhadoras devido a condição financeira ou autossobrevivência.

A era da produtividade em perigo

Apesar de todos os esforços, se é que houve esforços genuínos. É inevitável as sequelas ao longo do tempo, o auxilio emergencial é apenas um analgésico imediato. A perda da capacidade produtiva, econômica e intelectual, será o câncer de uma década. Impossível jogar pra debaixo do tapete esses problemas. O Brasil não superou da crise de 2011 e agora um já no queixo, a covid-19. Teremos muito trabalho para retomar e evoluir a produtividade nos próximos anos.

“Pandemias passadas deixaram como legado várias cicatrizes: a mortalidade; a piora dos índices de saúde e educação, que deprime os ganhos futuros; o esgotamento da poupança e do patrimônio, que obriga ao fechamento de empresas — sobretudo as de pequeno porte, sem acesso ao crédito — e causa transtornos irrecuperáveis para a produção; e o superendividamento, que deprime a concessão de crédito ao setor privado.”

Banco Mundial afirmou que economias que já passaram por pandemias tiveram regressão de 9% de sua produtividade num período de três anos.

Qual expectativa para esse ano com a chegada da vacina?

A recuperação econômica mundial só ocorrera quando toda população estiver imunizada e a vacina pode ser um propulsor. Com a redução do número de mortes e infectados deixará o mercado mais otimista. Com isso, a previsão dos setores afetados como turismo e serviço tende a melhorar, facilitando viagens entre países ou abertura moderada de alguns estabelecimentos que se mantiveram fechados.

Mesmo com a chegada da vacina acredito que o governo manterá o auxílio emergencial, que só compensou em ínfima parte a perda da renda e do trabalho. O mercado tem sinalizado um retorno, porém, sem o auxílio, um retorno devagar. Com a vacinação em massa, lenta, ou tardia, o número de mortes sem projeção de quedas e o mercado com respostas a passos devagar. Os governos populistas responderam com a volta do auxílio para tentar safar-se de pressões do congresso.

Reverter os resíduos causados por essa pandemia é impossível, mas podemos acelerar o processo de retomada da economia. Claro, de maneira coerente e correta sem intervencionismo do governo ou canetada mágica. Ter um mercado favorável ao empreendedorismo, facilitar os transmites burocráticos, retirar tributos e impostos, é o melhor que se tem a fazer.

Reformas estruturais e micros são necessárias (lei do gás, independência do banco central, cabotagem ou marco legal de ferrovias), são reformas necessárias para enxugar o ajuste fiscal.

É importante que esse ano o governo negacionista. Preze pelas reformas administrativas, uma vez que não dá mais para brincar ou fingir. Aliás, o Brasil não é um país para brincadeiras ou amadorismos. É necessário largar as questões geopolíticas e focar nos projetos e reformas. O mercado de trabalho só apresentará uma resposta mais rápida com a aprovação dessas reformas, e lembrando que com um ritmo mais lento, menor que os níveis de 2014.

Com a incompetência do Estado e a maior pandemia de todos tempos, fica notório a percepção de inúmeros governos perdidos e suas medidas tem gerado mazelas sociais e econômicas. Atrapalhando todo processo evolutivo e intensivo de uma sociedade, sem dúvidas, em um futuro não muito longe iremos chamar as medidas tomadas por esses burocratas radicalistas de: A era perdida.

“Sempre achei que um dos mais graves problemas dos países subdesenvolvidos é sua incompetência na descoberta dos seus verdadeiros inimigos. Assim, por exemplo, os responsáveis pela nossa verdadeira pobreza não são o liberalismo nem o capitalismo, em que somos noviços destreinados, e sim a inflação, a falta de educação básica e um assistencialismo governamental incompetente, que faz com que os assistentes passem melhor do que os assistidos.” – Roberto Campos

Partes do texto foram retirados do The Economist com os títulos: A Recuperação da África do covid-19 será lenta / A pandemia pode minar o progresso precário da África

Fontes: Agencia Brasil — Economia Uol — Valor Econômico — Trading Economics — The Economist

#WadathanFelipe

Tudo o que é imposto.

Se você é a favor de vacinação obrigatória, você tem vocação para a escravidão.
Um homem usa armas para defender sua propriedade contra destruidores: aplausos.
Pensar em aumento de salário de funcionários públicos em meio a uma crise econômica absolutamente artificial criada pelos burocratas de plantão, que, diga-se de passagem, têm merda na cabeça, pois só tendo merda na cabeça para fazer isso, é de uma irresponsabilidade, covardia e mau-caratismo sem quaisquer limites.
Quarentena é isolar pessoas contaminadas, isolar pessoas saudáveis é ditadura.
Por que estamos vivendo essa pandemia?
Porque na China não há liberdade e tudo é controlado por burocratas estatais.
Socialistas deveriam assumir a herança de sua doutrina: 100 milhões de mortos.
Quer usar máscara? Use. Não quer? Não use. E se você fica apavorado quando encontra alguém sem máscara, afaste-se e a questão está resolvida.
A pergunta não é se a pessoa é branca, negra, homem, mulher, heterossexual, homossexual, origem, ideologia. A pergunta é: a pessoa atacou a vida, a liberdade ou a propriedade alheia?
Justiça Social?! Sob esse discurso todo coletivista se apoia na hora de tomar a riqueza alheia.
Tomar a riqueza alheia é roubo.
Imposto é roubo.

#DiogoSimas