PORQUE O SOCIALISMO TORNA AS PESSOAS MAIS EGOÍSTAS DO QUE O CAPITALISMO?

Bom, pra se ter um início na nossa conversa, basta a gente rever os 2 sistemas que vigoram até hoje em nossa sociedade: o Socialismo e o Capitalismo.

Desde pequeno, ouvia muito pessoas dizerem que o capitalismo o torna pessoas egoístas, gananciosas, etc…., e que sempre foi um sistema opressor, que não dá a mínima pra ninguém, e aquele mesmo blablabla de sempre, e que o Socialismo era a solução, então, vamos por partes;

o Socialismo sempre usa essa retórica de igualdade, justiça social, mais direitos aos mais necessitados e por aí vai, só se esquecem de alguns detalhes, que enquanto eles brigam pela tal “igualdade”, eles picotam a liberdade, que é um dos pilares da nossa vida aos poucos, e também cada vez mais vão se infiltrando em nossas vidas, e programando o que a gente deve fazer ou escolher, tudo isso em nome da famigerada “justiça social”.

E as pessoas que já estão enfim infiltradas com esse pensamento e foco enxerga os direitos, porém acaba fugindo dos deveres, muitas vezes perdem a noção de bom senso, de cumprir com a obrigação com a família, e até mesmo com a própria sociedade, mas tudo porque??? Em nome da justiça social.  Socialistas acabam perdendo a noção de moral e valores, simplesmente de se entregar ao Estado, e acaba deletando os valores de sua mente, achando que o Estado deve ser o regulador de suas vidas, desde que seus direitos estejam lá garantidos por “lei”. E com isso, de direitos adquiridos, eles vão estar sempre lá brigando por mais e mais, sem se preocupar com o resultado adiante e muito menos no que isso pode interferir em sua vida e na dos outros, na sociedade, sempre estarão lá querendo mais direitos, porque “fazem parte de uma sociedade maltrapilha”, porque assim o papai Estado o classificou. Não tem um pingo de responsabilidade e muito menos senso crítico do que isso poderá afetar a todos, mas enfim né, o que importa são os meus direitos garantidos. Só para constar, quase nunca fazem nada por merecer direitos ou mais direitos, e bem  dizer apagam os deveres ,e tudo isso ocorre porque ? justamente porque se acomodam ,não correm atrás de nada , se vitimizam e acabam se tornando pessoas egoístas ,os Socialistas acabam se tornando pessoas que apenas querem ser “servidas” e não querem “servir” também , nem que pra isso se entregam a um bando de pulhas , burocratas e ao estado ,que terá o honroso trabalho de moldá-los , e separá-los em ditos coletivistas , que brigarão mais e mais por seus “direitos” e cada vez mais sem compromissos com a nação e a moral também .

Acaba que transformando em pessoas que além de egoístas, se tornam frustradas, fracassadas, truculentas, mimadas e mais fracas também, principalmente no âmbito moral, e uma ideologia que molda o indivíduo ao egoísmo, o tornando assim.

Bom, mas e o capitalismo?

 O capitalismo, você faz sua vida, suas escolhas, seu trabalho, e praticamente graças a ele que o mundo se desenvolveu, o capitalismo, tão ruim, tão ruim que é, que conseguiu até abrir espaço ao Socialismo rs.

Capitalismo é a troca voluntária entre indivíduos, que ambas as partes se acordam em satisfazer a necessidade exata um de outro, no caso cidadão A entra com o $, e o cidadão B, entra com sua força de trabalho ou produto de sua fabricação ou serviço, mas tudo entre eles sem qualquer tipo de “intervenção”.

E detalhe, no capitalismo, não há brecha pra preguiça e acomodação, se você trabalha ou faz o que tem que ser feito você não fica desamparado, e sem contar que ainda assim você tem altas possibilidades de prosperar sempre, porque no capitalismo, a liberdade praticamente anda junto, tu não irás virar um milionário da noite pro dia, mas terá uma vida com mais conforto e desfrute.

Agora eis a pergunta: onde que no capitalismo gera pessoas egoístas, sendo que nesse sistema você terá mais liberdades e muito mais escolhas para sua vida, e um número de desigualdade social baixíssimo, enquanto que no socialismo, pessoas só pensam nos “direitos” e “justiça social” sem se dar conta da situação do próximo, e nem que isso custará mais impostos, mais contribuições, menos liberdades gerais e menos serviços prestados. Muitos países no mundo inclusive o Brasil sofre até hoje com isso, muito por conta desses “egoístas” socialistas, e cada vez mais me convenço que não, não é o capitalismo que produz pessoas egoístas e mimadas e sim, o socialismo.

#fredjonas

Vacina, parasitas e escravos.

Quem não se vacinar não colocará quem se vacinou em risco, pois quem se vacinou está imunizado e ninguém tem o direito de obrigar outra pessoa a ingerir uma substância, mesmo que seja uma vacina.

É até simples de entender.

Mas quem é controlador, quem gosta de ditar regras, quem é coletivista, enfim, quem gosta de dizer como as pessoas têm de viver, quer impor a vacina.

Sou contra vacinas?

Não!

Sou contra um burocrata de plantão obrigar que todos obedeçam e sejam forçados a ingerir uma substância.

O vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas a verdade é que a esmagadora maioria das pessoas sobrevive ao coronavírus e, sim, houve um pânico totalmente exagerado.

Vacinação obrigatória?! Vacinação obrigatória para uma vacina que ainda não existe?!

A irracionalidade, como um vírus, parece ter contaminado o mundo!

Pense no precedente que está sendo aberto!

Se você quer tomar uma vacina, tome a vacina.

Se você acredita que algo é bom, faça o seguinte: convença os outros racionalmente.

E se você quer ser obrigado a ser vacinado, sua vocação é a escravidão.

Eu respeito sua vocação.

Só não ouse pensar que todos são como você.

Você é escravo.

Nós somos livres.

#Diogo Simas

Uma análise de 2 anos do governo Bolsonaro

Acertos:

– Não defendeu medidas autoritárias e vacinação compulsória no combate a pandemia.

– Tentativa de zerar o imposto de importação sobre armas.  

– Houve um Reforma da Previdência que irá fazer uma economia de 700 bilhões, porém a proposta inicial era economia de mais de 1 trilhão de reais.

– Houve uma redução de 29 ministérios para 23 ministérios (foi prometido na campanha 15 ministérios).

– A Ceitec, estatal federal de produção de chips instalada em Porto Alegre, foi extinta por um decreto do presidente Jair Bolsonaro publicado no Diário Oficial nesta quarta-feira, 16.

– Já houveram 32 leilões de concessão de ferrovias, rodovias, entre outros. Pretendem fazer 41 leilões de aeroportos até o fim do mandatado do presidente e recentemente houve a primeira consulta pública da história do Brasil para privatizar um porto (Companhia de Docas do Espírito Santo), pretendem privatizar o porto de Santos e ter 15 mil quilômetros de concessão de rodovias no ano que vem. Um dos maiores acertos do governo Bolsonaro foi o ministro de Infraestrutura, Tarcísio, está fazendo um grande trabalho. 

– Os impostos de importação de remédios usados no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal, Aids, câncer e Covid-19 foram zerados.

– Criação da Lei de Liberdade Econômica. Com a lei da liberdade econômica haverá grandes avanços, como: A liberação dos horários de funcionamento dos estabelecimentos, inclusive em feriados. Fim de alvarás para atividades de baixo risco.

Erros:

– Bolsonaro sancionou o “fundão eleitoral” de R$ 2 bilhões para campanhas eleitorais.

– Sancionou o juiz de garantias.

– Não fechou a Tv estatal, EBC, criada por Lula. (era uma promessa de campanha)

– Sancionou lei de abuso de autoridade.

– Bolsonaro recentemente falou que não vai privatizar a Ceagesp.

– Demora para entrega de planos econômicos como a Reforma Administrativa, Tributária e até mesmo a Previdenciária.

– Não houve nenhuma privatização de uma empresa estatal (houve a tentativa de apenas uma). Porém o governo vendeu ativos estimados em 150 bilhões de reais. A conta considera desinvestimentos – venda de subsidiárias vinculadas a empresas-mãe e participações de empresas privadas.

– Bolsonaro cria uma empresa estatal, a NAV Brasil, é a primeira empresa pública criada desde 2013, no governo Dilma.

– Tentativa da criação da nova CPMF.

– Bolsonaro não reajustou o imposto de renda, e com isso aumenta a carga tributária brasileira.

#gusta

A GRANDE INVESTIDA CONTRA A ORDEM NATURAL.

Em um sistema genuíno de livre comércio, isto é, sem qualquer forma de dirigismo econômico via regulações, burocracias e impostos, a competição é acirrada e é de extrema dificuldade se tornar uma empresa hegemônica no mercado.

Sem estes entraves artificiais, a riqueza é facilmente criada, as massas são atendidas e, portanto, a pobreza superada.

O problema surge quando uma grande empresa, ao deparar-se com a competição feroz e o surgimento de novos players, opta pela aliança com o estamento burocrático para assim, via captura regulatória, eliminar qualquer possibilidade de perder seu lugar no pódio no agora não mais livre mercado.

O mercado obstruído passa a respeitar normas injustificáveis e não as vontades subjetivas do consumidor, passa a servir alguns em detrimento de outros. A solução dos corporativistas é a ruína da prosperidade.

Atualmente TODOS os setores da economia sofrem interferência, seja a nivel municipal, regional, nacional etc.

Dito isso, estamos passando pela MAIOR e mais maléfica regulação já perpetrada na história da humanidade. As big techs, big pharma, empresas globais, políticos e funcionários ligados ao establishment lucram horrores enquanto as pequenas e médias empresas são massacradas.
O objetivo é claro: A destruição completa da ordem natural e o controle total sobre a civilização.

Precisamos de descentralizações, secessões, desobediência civil e a mais virtuosa resistência contra este mal que recai sobre nós.

#JZ

O rombo das contas públicas pode chegar a 1 trilhão e o Estado não corresponde as reformas. Quem vai pagar essa conta?

No ano em que tudo parece estar de cabeça para baixo, uma pandemia sem prazo de término, oito longos meses e o Governo não conseguiu alinhar solução alguma para o período pós pandemia. O Estado brinca de governar e debocha das instituições, mas não se pode esquecer que as contas estão logo aí, e quem deve vai pagar. Em bom português, “a água está batendo na bunda”.

O relatório do déficit primário do mês de agosto não foi nada bom: R$ 96 bilhões em dívidas geradas em agosto, seis vezes maior que o ano passado. Foram oito meses recordes de gastos. Uma pena, pois esse ano, a meta era gastar até R$124 bilhões, mas a PEC do teto de gastos foi ralo abaixo. A nova meta, graças a covid-19 é de R$ 861 bilhões, dívida atrás de dívida.

Inacreditavelmente perdido, o governo Bolsonaro se alinha ao centrão para ganhar recursos no Senado, mas até agora nada, nem um “panetone” (Estatal) foi vendido e privatizado. Bolsonaro, se possível, loteia até parente para não sofrer impeachment. Os parentes, com exceção dos filhos, são claro, meninos de ouro intocáveis.

Essa semana, mais um show de incompetência do governo que divulgou sem pudor algum que os gastos poderiam quebrar o teto de gastos previsto, que já não era um valor baixo, só 8 (oito) vezes a mais que o valor previsto já ajustado na pandemia, quase R$900 bilhões de reais. E um possível calote “gol de mão” que aprendemos com Maradona. A onda agora é usar verbas do FUNDEB e calotear os PRECATORIOS. Os precatórios são pessoas que ganharam causas na justiça do governo e devem ser ressarcidos, conforme a constituição, e do nada o Estado decide por não pagar ou limitar as dividas precatórias anuais.

O mercado respondeu de forma negativa toda essa “oba, oba” (Pedalada fiscal). É isso mesmo, a grande dupla presidente “Patriota” e ministro “Liberal”, depois de anos de pedalada e incompetência de governo PT e Dilma, decidem agir da mesma forma. Como eu disse num texto anterior “COMO FICAM OS LIBERAIS? ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS EM DOIS ANOS E SÓ RESTAM OS MILITARES E O CENTRÃO”. Parece que pra o nosso presida, a essa altura do campeonato, o importante é se reeleger e o nosso ministro, nosso carro chefe da ala liberal, já se debandou aos grupos de militares, que por sinal só pensam em gastar.

E Jair Bolsonaro?  Nosso magnifico presidente, que de bobo não tem nada, jogou a bomba para os empresários com mais um ato de patriotismo. Bolsonaro se limitou pedindo sugestões e alternativas ao mercado de como manter o auxílio e gastos, alegando que cortando gastos pode gerar revoltas sociais. Afinal ninguém quer perder a popularidade, e o presidente que recuperou a popularidade devido ao “coronavoucher”, e não quer perder a fatia do bolo em 2022 nas eleições presidenciais.

Embate com a Reforma administrativa e nova CPMF

No Senado, o ministro Paulo Guedes e Bolsonaro não sincronizam com os parlamentares. Mesmo com alinhamento ao centrão, nada é aprovado no Senado. O congresso pronunciou-se contra a nova CPMF e dessa forma não se chega em um denominador comum, deixando a segundo plano a reforma tributária. E parece que este ano a reforma tributária não sai.

Veto presidencial e desoneração da folha de pagamento

Em 2014, no governo Dilma, foram desonerados 14 setores da economia, com o objetivo de reduzir o custo de produção e expandir investimentos. Naquela época, existia um gargalo com os níveis de desemprego e altos tributos na folha salarial das empresas, obrigando as empresas (especialmente as pequenas) a aderir aos trabalhos informais e gerando menos contribuição. Com esse benefício, as empresas deixaram de pagar uma contribuição da folha salarial de até 42%, e agora pagariam uma taxa entre 1% a 2% do faturamento da empresa.

Isso seria uma redução no custo salarial das empresas e não prejudicaria os trabalhadores, seria uma redução de tributos e não redução de salários. Todos esses tributos sem a cobranças de férias, decimo terceiro ou vale transporte. E como viram acima, contratar no Brasil é bastante caro.

Nosso patriota super liberal, Jair Messias Bolsonaro, veta para que todos os setores voltem a pagar os tributos que foram cortados em 2014, em um cenário nada confortável devido a pandemia que acarretou milhões de demissões. Uma irresponsabilidade do tamanho da incompetência do Estado. Para as empresas que se mantem em home office ou fechadas, facilitaria bastante pelo fato de cobrar em cima do faturamento, onde inúmeras empresas se mantêm sem caixa há quase oito meses e o fato de ajudar a manter empregos.

E o que esperar para 2020 e 2021

É assustador, tanto para esse ano e quanto para o ano seguinte. Esse ano, por pior que seja o cenário, pode ser um pouco melhor por conta dos auxílios que ajudaram e ajudam milhares de famílias e manteve em certo ponto a economia. Digo em certo ponto pois uma hora a conta chega e quem deve tem que pagar, e o resultado disso não será nada bom.

O valor do auxilio diminuiu, isso diminuirá o consumo das famílias e pode gerar uma baixa no caixa das empresas acarretando desemprego. A nova reforma tributária desonera todas as empresas e pode gerar estimulo para novas contratações, o grande problema é que o Senado preferiu dar rigor as eleições municipais que a vida do indivíduo. Não é para se surpreender, afinal, políticos só se preocupam com eles mesmos.

Acredita-se que ano que vem, o governo manterá os vetos de diminuir tarifas das empresas pois, mesmo que a pandemia acabe, ainda precisarão de estimulo para contratar. Só a reforma tributária não será a força maior para reaquecer a economia. Rodrigo Maia havia dito que em sua gestão daria foco apenas para a reforma tributária e com esse pino que Paulo Guedes tirou da granada (a nova CPMF) e jogou para a mãos dos congressistas, que lançaram para Guedes novamente, dizendo que não aprovaria a CPMF, travando todo o processo da reforma tributária, esse ano vamos morrer e louvar cantigas eleitorais afinal, os políticos só estão preocupados com isso.

E as privatizações? Se a reforma tributária, que é uma questão primordial para alavancar os empregos, está sendo engavetada, imagine as privatizações. O próprio Rodrigo Maia disse que para esse ano, só teria olhos para a reforma tributária e parece que agora não se importa nem um pouco com tal projeto, penso que esse ano não sairá nada. A Eletrobrás já sofreu embargo no Senado.

O grande problema acontece quando o Estado brinca de governar e nosso presidente só pensa em fazer politicagem e só quer se eleger. E quando as consequências chegam, joga a conta para legislativo e o judiciário.

Meus amigos e amigas, parece que desse mato não sai cachorro…

E tá longe do Brasil engajar. E o Sertão não vira mar….

#wadathanfelipe

Lockdown: Imoral e Ineficaz

Prender uma nação para prevenir a propagação de uma doença infecciosa é uma intervenção médica nunca experimentada na história do mundo antes de 2020 e então quase imediatamente empregada na maior parte do mundo.

Esta observação por si só merece uma consideração profunda. Aqui, defenderei que, considerados como uma intervenção médica, os lockdowns são imorais e ineficazes e além disso são antiéticos e ferem completamente o princípio de não agressão criada por Rothbard.

Imoral:

A imoralidade das quarentenas é evidente sob muitas perspectivas (como o princípio de não agressão dos libertários). Aqui, vou me concentrar nos Dez Pontos do Código de Nuremberg para a ética médica, desenvolvidos na esteira dos crimes nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Esta lista é em termos de um experimento médico, mas está implícito:

1- O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial.

2- O experimento deve ser tal que produza resultados vantajosos para a sociedade, os quais não possam ser buscados por outros métodos de estudo, e não devem ser feitos casuística e desnecessariamente.

3- O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação animal e no conhecimento da evolução da doença ou outros problemas em estudo, e os resultados conhecidos previamente devem justificar a experimentação.

4- O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar todo o sofrimento e danos desnecessários, físicos ou mentais.

5- Nenhum experimento deve ser conduzido quando existirem razões para acreditar numa possível morte ou invalidez permanente; exceto, talvez, no caso de o próprio médico pesquisador se submeter ao experimento.

6- O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância humanitária do problema que o pesquisador se propõe resolver.

7- Devem ser tomados cuidados especiais para proteger o participante do experimento de qualquer possibilidade, mesmo remota, de dano, invalidez ou morte.

8- O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas. Deve ser exigido o maior grau possível de cuidado e habilidade, em todos os estágios, daqueles que conduzem e gerenciam o experimento.

9- Durante o curso do experimento, o participante deve ter plena liberdade de se retirar, caso ele sinta que há possibilidade de algum dano com a sua continuidade.

10- Durante o curso do experimento, o pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos em qualquer estágio, se ele tiver razoáveis motivos para acreditar que a continuação do experimento causará provável dano, invalidez ou morte para o participante.

Ineficaz:

Um vírus com a mortalidade de 0,23% (semelhante a uma pneumonia),

prender a pessoa em sua residência é irreal que venha a dar certo. Lockdowns causaram um aumento em outros fatores como: fome, suicídios, violências domésticas, alcoolismo, consumo de drogas etc.

Já existem estudos provando isso, lockdowns matarão mais que o vírus, além disso temos vários exemplos de países que venceram o vírus sem medidas draconianas como: Suécia, Taiwan, Japão e Bielorrússia.

#gusta

Welfare State e a Escravidão Popular

Welfare State ou Estado de Bem Estar Social é aquele estado que cujos princípios estão no: assistencialismo social, direitos sociais e trabalhistas e inclusão das classes, porém com muita pitada ou total intervenção e burocracia do estado.

Colocamos em resumo:

um estado escravocrata, que se infiltra no subconsciente da massa e tornando-os quase que como cães adestrados para amar o estado, e isso acaba se tornando perigoso, pelo fato de sermos pessoas individuais e pensando ou agindo de formas diferentes, acaba que tendo discórdia de princípios e ideias sobre o “bem estar social” e acaba que tendo “divisões” ou camadas populares, que não se entendendo a leva a fins mais violentos e lamentáveis.

A questão sobre o estado de bem estar social é justamente essa;

um estado que se diz “preocupado” com as causas sociais, mas que centraliza a economia e detém intervenção majoritária ou total na mesma, sem contar na vida do próprio cidadão. É bastante preocupante isso pra nós cidadãos, o fato desse modelo de estado ter se tornado “moda” no mundo atual, principalmente porque a intervenção e burocracia são antagonistas pesados a um grande princípio individual, que é a liberdade.

Nós que somos favoráveis ou adeptos dos princípios liberais e libertários temos sim que tentar combater esse sistema que está dominando o establishment, nem que seja aos poucos, pois diante da bela historinha de “preocupação social” o que há por trás de tudo isso nada mais é do que um pressuposto gosto da tirania e truculência seja ela silenciosa ou não. A ideia de bem estar social, até que é muito bonita na escrita, mas na prática se torna muito perversa e estamos vendo isso, tanto que vemos muitas nações que se já não quebraram, vem se quebrando aos poucos, e o povo é que acaba pagando o pato de tudo isso, a grande prova de tudo isso e que está cada vez mais nítida é a pandemia do corona vírus, mais uma prova do que esses seres do “bem estar social” são capazes de fazer. Mas isso também no fundo está sendo ao mesmo tempo a galinha dos ovos de ouro pra eles, está sendo um tiro na própria cabeça, pois a sociedade vem percebendo isso em geral e creio que isso dará mais combustível para que as ideias e princípios de liberdade volte a ser o Norte ao mundo. E tudo isso graças principalmente a mídia descentralizada, aliás tudo o que é descentralizado ou desconcentrado acaba se tornando mais saudável.

#FRJ

Iluminados

Os iluminados sabem, os iluminados têm razão, os iluminados têm a razão!

Eles, por serem seres de luz, iluminados e detentores da razão, da verdade e do poder de mudar a realidade, podem determinar a sua vida e tomar sua liberdade.

Por quê?

Porque o inimigo é real e seu perigo é mortal.

O inimigo precisa ser exterminado e o perigo dissolvido.

O perigo é a liberdade e o inimigo é o ser livre.

Você, que usa a liberdade substantiva e faz dela a qualidade de ser livre, é o inimigo a ser abatido.

E, para isso, os iluminados querem que você fique em casa, use máscara e saiba que nada é mais importante do que a vida; pois a vida vem primeiro e a economia, a liberdade, a responsabilidade, o prazer e o viver vêm depois ou simplesmente não mais existirão.

A vida sem brilho, sem viço, sem sentido.

Mas os iluminados sabem o que é melhor para você.

Os iluminados são bons.

Os iluminados são seus mestres.

Apenas lembre que os iluminados, incompreendidos, que tudo sabem, são tão mortais quanto nós e, não se engane, da vida pouco sabem como todos nós.

Sim, somos mortais.

A verdade lhe incomoda tanto assim?

Você pode escolher a ilusão, mas lembre-se: por mais que você finja que a ilusão é real, ao findar do dia e da vida, a ilusão continua a ser ilusão.

Você pode crescer.

Você pode enfrentar a realidade e ainda assim sorrir.

Basta abri os olhos e descobrir que os iluminados são apenas uma ilusão.

Tempo ainda há.

#DiogoSimas

ATÉ QUANDO VAMOS PAGAR A CONTA DE EMPRESAS ZUMBI?

Vamos pagar R$21,5 bilhões para bancar estatais improdutivas; são 18.  Em 2 anos de governo Bolsonaro, sequer 1 panetone foi vendido.  O pior é ver que a cada ano aumenta o repasse do Tesouro direto para essas estatais. De um ano a outro, as despesas destas aumentaram R$3,2 bilhões e o Tesouro direto não sabe explicar esse aumento. A CBTU – Companhia Brasileira de Trens Urbanos, uma estatal existente a quase 40 anos, assim como outras inúmeras, ainda depende dos cofres públicos para cobrir seus gastos.

O Brasil tem 418 estatais. A questão é: para que isso tudo? A Suíça tem 4 estatais, o Japão, 8, a Áustria, 10; o próprio Estados Unidos tem 16. Temos quase 100 vezes o número de estatais de países muito mais desenvolvidos que o nosso. Gastamos mais dinheiro bancando empresas zumbis do que investindo em obras de infraestrutura.

O que preocupa é o alto custo da folha de pagamento dessas empresas, com a qual gastamos R$ 14 bilhões para bancar seus empregados. Em empresas como a Embrapa e a Nuclep, a média salarial vai de R$12.728 à R$13,738 mensais. Além da desproporcionalidade salarial perante o setor privado, existem casos de indicações políticas, ocasionando os famosos cabides de emprego e a corrupção em geral.

Esse número gigantesco de estatais gera um impacto negativo na arrecadação de impostos. Estas empresas não costumam ser pagadoras exemplares de tributos, sendo, por vezes, nulos ou ínfimos. Elas poderiam ser privatizadas, e o dinheiro arrecadado a partir dessas vendas teria o potencial de ajudar a debitar a dívida pública, tornando os juros menos custosos e permitindo a sobra de dinheiro, o qual poderia ser usado nas áreas de suma importância (Saúde, Educação e Segurança). Não dá para continuar engavetando propostas de privatização enquanto mantemos centenas de empresas ineficientes; é um absurdo.

“No Brasil, empresa privada é aquela que é controlada pelo governo, e empresa pública é aquela que ninguém controla.” – Roberto Campos (1917-2001)

#wadathanfelipe

EDUCAÇÃO PÚBLICA: O MODELO IDEAL DE DOUTRINAÇÃO

Autor: Mateus Almeida, hoppeano, estudante de Engenharia Elétrica – PUC-Minas – e Engenharia Civil – UFMG, 18 anos.

I. INTRODUÇÃO

A educação é um dos grandes dogmas da sociedade contemporânea. É absolutamente comum ouvir grupos de pressão e políticos falando sobre a necessidade de se promover a educação no Brasil. Governos abrem mão de controlar infraestrutura, saúde, segurança e até mesmo a própria moeda. Mas não abrem mão do controle educacional. Isso porquê em termos estratégicos e políticos, não há nada mais precioso que o controle da educação. A escola pode ser, e neste caso é, aonde que está a semente de toda um padrão de pensamento. Se toda a propaganda governamental que é feita nas salas de aula conseguir perdurar na mentalidade dos estudantes estes jovens não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal. Mas como foi dito por Rothbard: é claramente absurdo limitar o termo “educação” para um tipo de escolaridade formal (ROTHBARD, 2013, p.7). Então, desse modo, doravante, a educação pública, aqui, passa-se a chamar-se de matriz doutrinadora estatal.

Há um desequilíbrio que faz com que a disputa político-ideológica torne-se completamente tendenciosa e foi explicitado em:

O que necessita urgentemente de correção é o atual desequilíbrio dramático entre as famílias e o estado. É um desequilíbrio que favorece esmagadoramente o poder de controle da esfera política contra o poder de controle dos pais e filhos no que tange a busca de ambientes educativos que são mais adequados ao pleno desenvolvimento educacional do indivíduo. O que está em jogo é nada menos do que o próprio conceito do que significa viver e prosperar como um ser humano. As pessoas devem ser controladas e forçadas, desde o berço, por enormes burocracias políticas com agendas predefinidas sobre quem pode ensinar e como, o que temos de aprender e quando? Ou as pessoas podem geralmente concluir sozinhas o que está em seus melhores interesses e procurar maneiras de tornar os interesses consistentes com o (corretamente entendido) “bem comum”? […] a educação deve ser conduzida num cenário institucional de liberdade, ou deve ser financiada e administrada compulsoriamente? Esta é uma antiga questão que remonta aos primórdios da filosofia política, mas que raramente é discutida hoje, no entanto, torna-se especialmente pertinente neste tempo de aumento da violência e de declínio de valores nas instituições de educação pública. Decidir que o governo e não a família é o principal responsável pela supervisão da educação da criança pode, num primeiro momento, parecer uma pequena concessão. Mas […] não é fácil – e pode de fato ser impossível – controlar o poder político, uma vez que este ganha o controle da escolaridade. (ROTHBARD, 2013, p. 9)

Por meio deste artigo faz-se uma crítica não somente sobre a qualidade da educação nas instituições de ensino públicas de forma generalizada; é evidente que existem as instituições boas e as ruins, assim como os profissionais presentes na mesma. Mas indubitavelmente, mantém como finalidade ser a matriz doutrinadora estatal.

II. A MATRIZ DOUTRINADORA COMO FORMADOR CULTURAL

Toda criança vem ao mundo desprovida de faculdades características dos seres humanos totalmente desenvolvidos (ROTHBARD, 2013, p.11). A infância e a adolescência constitui o período espontâneo do desenvolvimento da personalidade. Isso significa que, durante os primeiros anos da ontogênese, i.e. a fase de desenvolvimento, não existe, em cada sujeito, a autoconsciência em relação à formação desse sistema. Trata-se, portanto, de um momento de preparo, que sob condições de vida e educação adequadas, culmina, na adolescência, no nascimento de uma personalidade consciente de si mesma. Tem-se, assim, que durante as idades de desenvolvimento é moldado a forma de pensamento. Todos os indivíduos, desde os primórdios da vida, são resultantes de influências para a formação da personalidade, isto quer dizer que a personalidade se inicia a partir do seu nascimento até determinada fase da vida variando de indivíduo para indivíduo. Assim, os primeiros anos de vida de uma pessoa são decisivos para a gênese de sua futura personalidade. Neste período, são delineadas as principais características psíquicas, a partir da relação da criança com os pais, pessoas próximas, escola e meio ambiente variado conforme sua tradição moral, religiosa, política da comunidade e do meio em que vive. Por isso, estas relações devem suprir todas as suas necessidades físicas e psicológicas. Desse modo, a escola é um formador de pensamento importante.

A cultura, entretanto, possui funções de significação no sentido de sua capacidade para elaborar experiências contingenciais. Ela é, de certo modo, uma forma de reação antropológica ancorada no homem, pois se baseia no histórico ou na experiência de vida pessoal (ALMEIDA, PAGLIARIN, 2019).

II.I.  O PROBLEMA DO ARRANJO DA MATRIZ DOUTRINADORA ESTATAL

Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar. Nelson Rodrigues

O homem é dotado de características intrínsecas individuais, características de imprevisibilidade em nossa formação moral. E isso é um dos fatores decisivos para a sociedade estar em constante desenvolvimento, pois cada indivíduo tem a possibilidade de focar seus esforços em áreas específicas, de modo que, cria-se uma miríade de serviços e produtos diferentes entre si. O que jamais será alcançado caso todos tivessem a mesma matriz formadora de pensamento. A educação em massa é uma negação ao protagonismo individual e um dos piores arranjos para desenvolver de fato a sociedade. Já que existe uma padronização, onde indivíduos são submetidos aos mesmos testes e julgados por meio disso. Essa padronização é destrutiva, permitindo o subjugamento de potenciais notáveis em outras áreas, que não a acadêmica.

Tem-se como alternativa produtiva a educação domiciliar, ou homescholling, onde o próprio indivíduo ou os pais da criança decidem a melhor maneira de educação, com base no conhecimento das aptidões e necessidades pessoais que cada indivíduo possui. Potencializando, assim, as qualidades do estudante.

II.II. EDUCAÇÃO PÚBLICA E CENTRALIZADA: O MODELO IDEAL DE DOUTRINAÇÃO

Desde o surgimento a educação pública, teve como ideal a conquista de pensamentos, pela maioria de seus idealizadores.

Jeremy Belknap em um “Sermão Eleitoral” pregado em 2 de junho de 1785, perante o Tribunal Geral de New Hampshire, idealizou uma educação pública e obrigatória à todos os jovens americanos. Ele apelou para o exemplo da antiguidade quando, de acordo com Licurgo, onde os jovens deveriam pertencer mais ao estado do que aos pais (KOHN, 1946, p. 304)

Os modelos formais e comuns de educação são, atualmente, centralizados e regulamentados pelo estado* de modo compulsório. Nas instituições de ensino públicas, há uma ingerência direta sobre a grade curricular, i.e., a matriz formadora de ensino. Na esfera privada, para que não tenha dissonância com o ideário doutrinador, há fortes regulamentações no ensino. Ao impor a certificação de padrões mínimos, o estado efetivamente, embora de forma sutil, domina as escolas privadas e as torna, na verdade, extensões do sistema de escolas públicas. Somente a remoção do ensino compulsório e de padrões obrigatórios poderá libertar as escolas privadas e permiti-las funcionarem de forma independente (ROTHBARD, 2013, p.26). Pode-se afirmar então, que, basicamente, toda a carreira acadêmica dos indivíduos, atualmente, está sujeita a fortes interferências do leviatã, para que a matriz doutrinadora perpetue-se. A tirania subtrai-lhes toda e qualquer liberdade de agir, de falar e quase de pensar (LA BOÉTIE, 1997, p.16) Além disso, como consequência da falta de liberdade no mercado, é oferecido um serviço abaixo do ideal.

A educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre aquelas que ainda não estão maduras para a vida social. Tem por objeto suscitar e desenvolver na criança certo número de estados físicos, intelectuais e morais dela exigidos pela sociedade política em seu conjunto e o meio especial ao qual é especificamente destinada. (DURKHEIM, 2011, p. 26)

Segundo a definição de Durkheim, a sociedade política diz respeito à sua totalidade com as diferentes formas de conceber a educação em cada grupo distinto. Nada tem a ver com políticos ou o governo a ingerência na educação. Uma educação livre de imposições seria o modelo ético e racional que nos levaria a um progresso social e econômico nunca antes visto na história da humanidade.

III. CONCLUSÃO

A educação é um processo de desenvolvimento pessoal, padronizá-lo é o mesmo que impedir o desenvolvimento das pessoas, e esse cenário piora ainda mais quando a educação se torna coletiva. Além disso, a educação é algo fundamental para a formação cultural da sociedade, e por esse motivo esse é um setor estratégico para o estado, que ao dominá-lo consegue controlar diretamente a cultura, incluindo agendas induzidas por governantes e militantes partidários. Assim também, a defesa da manutenção de certos fatos sociais de ampla aceitação e louvor pelas massas. Isso pode ser visto no mundo inteiro visto que todos os governantes precisam de uma base de legitimação psicossocial sobre a qual estabeleça as pautas que defenderá publicamente. A educação obrigatória tem como único intuito criar obediência aos seus governantes, e a criação de massa de manobra.

NOTA DO AUTOR

*Optou-se pela grafia “estado” com letra “e” minúscula, embora a norma culta sugira a grafia “Estado”. Neste sentido, a revista Veja argumentou que:

[…] se povo, sociedade, indivíduo, pessoa, liberdade, instituições e justiça são escritas com minúscula, não há razão para escrever estado com maiúscula […] Os povos de língua inglesa […] não consideram uma dádiva do estado o direito à boa vida material sem esforço. Grafam ‘state’. Com maiúscula, estado simboliza uma visão de mundo distorcida, de dependência do poder central, de fé cega e irracional na força superior de um ente capaz de conduzir os destinos de cada uma das pessoas (VEJA, 2007, ed. 1999, p. 9).

Ademais, foi elucidado no livro “Democracia, O Deus Que Falhou” pelo editor:

A justificativa de que a maiúscula tem o objetivo de diferenciar a acepção em questão da acepção de “condição” ou “situação” não convence. São raros os vocábulos que possuem somente um único significado, e ainda assim o contexto permite a compreensão e a diferenciação dos significados. […] o editor considera que grafar estado é uma pequena contribuição para a demolição da noção disfuncional de que o estado é uma entidade que está acima dos indivíduos (HOPPE, 2014, p. 9).

As ideias supracitadas estão de acordo com as opiniões do autor deste artigo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, Mateus. PAGLIARIN, Joana. Manifesto contra os liberteens. IN: Gazeta Libertária. Disponível em: <https://gazetalibertaria.news/joanapagliarin/manifesto-contra-o-liberteen/> Acesso em 04 abr. 2019.

DURKHEIM, Émile. Educação e Sociologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: o deus que falhou. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises, 2014.

KOHN, Hans. The Idea Of Nationalism. Nova Iorque: The Macmillan Company, 1946.

LA BOÉTIE, Étienne de. Discurso da servidão voluntária. São Paulo: Brasiliense, 1997.

ROTHBARD, Murray N. Educação Livre e Obrigatória. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises, 2013