Mês: janeiro 2021

O medo e a escravidão.

A quem não pensa (sim, quem usa máscara como se um pano fosse capaz de impedir que um vírus microscópico o contamine, não pensa!) entender nossa posição é difícil.

O vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas o coronavírus não é um risco maior do que os riscos sempre presentes no mundo.

Esse é o ponto.

E em 2020, as pessoas descobriram uma novidade terrível: somos mortais.

Mortes virão porque a morte é parte da vida e isso não é desrespeito a quem morreu em decorrência do coronavírus ou a seus familiares, mas apenas a verdade mais óbvia que há: pessoas morrem.

A vida não é para ser vivida de máscara.

A vida não pode ser vivida de máscara.

A divisão é evidente: famílias se separarão, amizades acabarão e os racionais ficarão ainda mais isolados, pois os irracionais (que são muitos) querem que todos sejam irracionais, proferem absurdos e nos questionam com a frase mais trágica que há: o que custa você usar a máscara?

O que custa?!

Custa meu direito de respirar.

Custa meu direito de escolher.

Custa a minha Liberdade.

Escravos!

É isso o que vocês que amam ser controlados são: escravos.

Eu respeito a sua vocação para a escravidão, mas não ouse pensar que todos são como vocês.

Há quem ame a Liberdade.

Os Livre existem.

Você é escravo.

Nós somos livres.

#DiogoSimas

Produtividade: palavra-chave para alavancar a economia no pós covid-19

A crise sanitária está longe do seu fim e por aqui ainda há dúvidas, se será ou não obrigatória a vacina, abertura ou fechamento dos comércios e sarcasmo de políticos: “É apenas uma gripezinha, “estamos no final da pandemia”. Mas, um tema pouco comentado é: como responderemos e as ações que serão tomadas para renovar a produtividade? Problema grave do país que há 30 anos, políticos populistas vêm ignorando. De 1981 a 2018, a produtividade cresceu apenas 0,4%. Se é que pode se chamar de crescimento.


Por aqui é mais caro produzir e, além disso, se leva mais tempo. Levamos em média 1 hora para produzir aquilo que o cidadão americano produz em 15 minutos e um alemão ou coreano em 20. Colocando em números, o brasileiro em uma hora produz US$16,75, 25% da produção dos americanos, que produzem UR$67.


Estudos já comprovaram que as pandemias complicaram os níveis de produtividade dos países. Através dessa base, podemos dizer que a covid-19 complicará ainda mais esse fator. O Banco Mundial afirmou que economias que já passaram por pandemias tiveram regressão de 9% de sua produtividade num período de três anos.

Não da pra botar a culpa só na pandemia, o Brasil, vem sucateando o empreendedorismo a tempos. De 2018, pra cá perdemos cerca de 1 multinacional a cada, 3 meses, já são 15 multinacionais em dois anos. A fuga de investimento estrangeiro nunca foi tão gritante como nos dias atuais. Encolhemos ,3%, a participação da indústria no país, é o pior resultado em 75 anos.

Por aqui já fecharam, FORD, NIKON, SONY, MERCEDES-BENS, ROCHE, WALMART, entre outros. O custo tributário é horrível, um dos piores na média global, uma burocracia burra, corrupta e desleal. Altas reservas de mercado, que só acarretam em, desemprego e ineficiência. Lembrando a máxima de Adam Smith “A falta de produtividade ou competividade num país, é uma das causas de miséria e pobreza”. E em um mundo globalizado com tecnologias 4.0, falta de produtividade e competividade gera desemprego. Ainda somos primatas na indústria, uma carga tributária mal distribuída e administrada. Essas burocracias cartoriais que o governo se diz protecionista, só servem para aumentar o custo e deixar mais lento o transmite do mercado.

O país trata o empresário como bandido e ter um emprego CLT é praticamente luxo, com excessos burocráticos, altos processos trabalhistas, fora as cobranças que são impostas pelo Estado. Ter um funcionário aqui pode custar até 100% acima do valor do salário. A indústria de ações trabalhistas por aqui, segue firme e rigorosa. Todos querem direitos e por outro lado o país sofre com menos competividade de empregos


A produtividade é o único caminho para o crescimento de uma economia. Aumentar a força de trabalho e volume do estoque aumenta a quantidade de produção de um país. Mais, afinal o que fazer para melhorar a produtividade? Nada mais e nada menos é do que encontrar os melhores recursos e formas de realizar esse trabalho (mais produção por trabalhador por hora). Aconteceria melhorando os níveis de educação das empresas (técnicos e intelectuais) e maior investimento em tecnologia. Mas pra isso acontecer é necessário ter profissionais aptos e capacitados, a tal da mão-de-obra qualificada. Outro problema encontrado pelas empresas ao contratar no Brasil.


Uma desaceleração do crescimento das empresas e menos oportunidades para adotar e adaptar as tecnologias são fatores que diminuem a produtividade. Um problema que do Brasil desde a sua recessão, temos problema com envelhecimento da população e redução da força de trabalho. O fácil acesso a tecnologia é um dos fatores primordiais para esse pilar e novamente, outra dificuldade do brasileiro em enfrentar esse fator. Na pandemia, somos o 5º país com mais dificuldade em trabalhar com home office. A educação no período atual tem sido um fiasco para os níveis mais pobres, 59%, dos estudantes não tem recursos disponíveis para acessar a plataforma EAD. Isso sem contar o nível de amadurecimento de um aluno de ensino médio que nunca ousou estudar online sem a presença de um professor. Os professores não conseguem contatar os pais destes alunos e não foram preparados para ministrar aulas online.


O cenário atual não se pode chamar de “educação à distância” – é uma reação radical de ensino remoto.


Infraestrutura interfere nesses indicadores e, por aqui, O Governo Federal tem muito trabalho a fazer e precisa agir de maneira urgente. É um absurdo o país pagar R$ 21,5bi para manter empresas improdutivas. Por aqui se gasta mais dinheiro com funcionários improdutivos do que em obras de infraestrutura. Investimento privado fraco e o crescimento tímido do salário mínimo indicam o quanto erramos ao longo desses anos.


Nos Estados Unidos antes da pandemia, à medida que o desemprego caia e os salários aumentavam, alavancava a produtividade do trabalho americano, de 0,3% a.a. em 2016 passou a ser 1,7% em 2019.
O que nos torna abaixo dos outros países?
• Baixa qualificação e capital humano;

• Tecnologias arcaicas e mal geridas pelas organizações;

• Burocracia;

• Ambiente de negócios e cenário político desfavorável;

• Infraestrutura (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos sucateados).


O transporte ferroviário, por exemplo, em grande quantidade pode ser um transporte barato e que carrega grandes quantias de mercadorias. E no Brasil utiliza apenas 15% desse transporte enquanto países como Rússia (81%), Canadá (46%) e EUA (43%) fazem um uso muito maior, utilizamos em maior quantidade o transporte das rodovias pela dificuldade de acesso a essas áreas e o pior de tudo não apresentamos resposta para esse gargalo.


Críticos progressistas afirmam que nos últimos 25 anos aumentaram a qualidade de vida e a escolaridade do cidadão brasileiro. Mas, se analisar emergentes como o nosso, estes países tiveram evoluções bem mais expressivas que o nosso. Além disso, o nosso progresso não foi o suficiente para aumentar a qualidade do capital humano e atender a necessidade dessas empresas.


DECRETO N 10.531, DE 26 DE OUTUBRO DE 2020


Uma notícia otimista para o ano de 2020, uma Estratégia Federal de Desenvolvimento para o Brasil no período de 2020 a 2031 – EFD. É um planejamento do governo com projetos e metas à longo prazo no cenário macroeconômico. Proposta implementada de Paulo Uebel – Secretário Especial de Desburocratização do Ministério da economia.


Um projeto focado em três cenários para evolução da economia: Referência, Transformador e Contrafactual. Resposta para o equilíbrio fiscal, retomada do crescimento, taxa de investimento, produtividade, infraestrutura, reformas fiscais, capital humano, entre outros.


Basicamente traçaram um plano de estratégia com definições de metas em relação ao PIB, PIB PER CAPITA, EDUCAÇÃO e delimitaram que as autarquias e as instituições governamentais em geral devem analisar todos os dados macroeconômicos antes de planejar suas atuações.


Uma resposta excelente para o pós-pandemia, finalmente. Um projeto responsável com foco no longo prazo. Reformas desse modo que fizeram do Chile a grande economia que é nos dias atuais. E quem em um futuro breve, em algumas décadas podemos ter um ambiente de negócio propicio e estável como o Chile.


Em uma corrida onde todas as economias entram em recesso, o país que tiver o ambiente de negócio mais favorável irá potencializar seu crescimento de forma espetacular. Mudanças estruturais e radicais como essas só aconteceram com governos transparentes e não populistas. Já sofremos e aprendemos o suficiente que essas medidas de “almoço grátis” não funcionam e no final o indivíduo é quem paga a conta.


O brasileiro precisa entender que essa ideologia de crescer a trancos e barrancos é muito equivocada. A forma correta é crescer de forma saudável, corrigindo os problemas governamentais e a população evoluindo intelectualmente aumentando sua produtividade. E em futuros não tão distantes temos um país estável afinal, há 25 anos de nascido escuto que o Brasil será a bola da vez. E tenho a total certeza que meus antepassados diziam a mesma coisa.


“Parece-me bem claro que o Brasil não teve ainda um bom governo, capaz de atuar com base em princípios, na defesa da liberdade, sob o império da lei e com uma administração profissional.” – Margaret Thatcher.

Fontes:

The Economist – Sputnik Brasil – G1/Economia  

#wadathanfelipe

O Direito Natural e a Direita

É pecado do orgulho querer mudar a política sem sujar as mãos.

São os fariseus que se escondem na falsa moral da lei mundana, cumprindo sua liturgia à risca e com toda pompa, que perpetram as maiores injustiças contra o homem de bem.

Não custa repetir. Enquanto a direita ficar se pautando pelo que a esquerda dita como “certo”, ela vai perder sempre.

Cada vez que votamos em direitistas que respeitam “a liturgia do cargo”, nos lascamos  ad eternum, pois  a esquerda não respeita as regras do jogo.

Por que a máfia italiana tem mais dignidade que os governos (estado)?

Porque respeita a lei natural (e sua moral tradicional) mais que eles.

Nela existe a palavra cumprida e o acordo no fio do bigode.

Existe garantia da propriedade privada, da livre iniciativa de trabalhar e negociar, do direito sagrado de se armar e amar a família.

Existe segurança para quem precisa nascer.

Nela existe respeito à lei natural.

E o homem viril que protege tudo isso.

O homem armado que só teme ao Deus verdadeiro e rejeita o falso deus estado.

No dia 06 de janeiro um homem com pele de bisão liderou um movimento de ocupação no Capitólio em Washington DC para proteger o que é seu por direito: o solo americano.

Ele representa todo o símbolo que ergueu o ocidente e que se perdeu na direita: o homem destemido e civilizado (sim, ser civilizado é seguir apenas a lei natural).

Não importa se ele era infiltrado, importa o que ele representou.

Mas a direita limpinha e hipócrita quer jogar ele no colo da esquerda com medo de ser julgada moralmente por ela.

Justo a esquerda, que não tem nenhum senso moral.

A fraqueza psicológica é a causa do fracasso político da direita. Ainda.

Se você fosse médico, você cumpriria uma lei te obrigando a realizar um aborto?

Se sim, então você cometeria um crime.

Porque, mesmo estando amparado pela lei positiva (oficial) e não sofrendo nenhuma punição decorrente dela, sua conduta atacaria fatalmente o bem (vida) mais valioso da lei essencial (lei natural).

Se você suborna um burocrata, médico ou policial, por exemplo, para evitar tomar uma vacina (em caso de obrigatoriedade indireta) ou para não ser forçado a tomá-la (em caso de obrigatoriedade direta), não há pecado nenhum de sua parte. 

Muito menos crime.

Pelo contrário, você agiu com virtude, pois estavam em jogo a sua liberdade e a dignidade do seu corpo.

Você agiu de acordo com o direito natural e com o libertarianismo.

Os fins não justificam os meios, mas para que os meios sejam respeitados, eles precisam ser dignos. Se os meios se tratam de meras formalidades que desviam minimamente a ação de seu sim moralmente reto, eles são ilegítimos.

Portanto, toda lei oficial imoral (que contrarie a lei natural) é nosso dever desrespeitá-la.

Forçar obediência a leis imorais foi a maneira mais eficiente que o socialismo mundial encontrou para destruir as liberdades básicas do homem comum e do povo.

A lei natural é, segundo Santo Agostinho, a lei que espelha a justiça eterna.

E ela será, se a direita libertária quiser, a fonte infinita de suas vitórias políticas.

That’s all folks.

#Dusol

Use a razão.

Quer usar máscara?

Use.

Não quer?

Não use.

E se você fica apavorado quando encontra alguém sem máscara, afaste-se e a questão

está resolvida.

Quer ir às ruas?

Vá.

Não quer?

Não vá.

Quer tomar a vacina?

Tome e fique supostamente imunizado e não interfira na vida alheia.

Enfim, fique casa, use máscara, tome a vacina, mas não perturbe quem consegue lidar de maneira madura com os riscos da vida.

Não queria que todos sintam seu pavor.

Há quem consiga lidar com a realidade de maneira sã.

O vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas parar tudo é insano e crer que o

caminho é entregar sua liberdade a burocratas de plantão, é a pior decisão de sua vida.

Tenha mais de bom senso e menos paranoia.

Mortes vieram e virão e sinto por quem sofreu e sofre com o coronavírus, mas se lembre que a esmagadora maioria das pessoas que contrai o coronavírus

sobrevive.

Não perca a perspectiva.

Use a razão.

#DiogoSimas

Tirania.

O óbvio só parece óbvio, mas nem todos veem o óbvio.

Pensemos: se as máscaras funcionassem, haveria mais casos?

Se o lockdown funcionasse, o lockdown feito teria resolvido a questão, então por que outro lockdown?

Cansativo. Cansaço.

O vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas não houve e não haverá o caos previsto.

Os fatos mostram isso e a cada dia fica mais claro que não há como uma máscara de pano impedir a contaminação por um vírus microscópico e não será colocando todos em prisão domiciliar que o vírus desaparecerá.

Você discorda?

Você acredita que a máscara lhe protege?

Então use a máscara e não se importe com quem respira em paz.

O lockdown diminui o contágio?

Então fique em casa que você está a salvo.

Tome suas decisões, viva em paz e deixe que nós vivamos em paz.

Isso é respeito.

O que estamos vivendo é tirania.

#DiogoSimas

A Alemanha e seu trauma pós 2° guerra mundial na mão de oportunistas.

Pra quem não sabe o que se passa na Alemanha desde o fim da segunda guerra mundial, é que percebemos que com o passar do tempo, o povo alemão vem sofrendo uma deterioração, ou eu diria até mesmo uma deturpação em sua cultura, tradição, e até mesmo seu modo de vida por conta de “dívida histórica” criada por pseudo-intelectuais desonestos, leia-se marxistas, e com isso o alemão vem sofrendo consequências e pagando alto preço que está valendo até mesmo sua liberdade.

Onde quero chegar com essa pauta?  Bom, todos nós sabemos a carnificina e o show de aberrações que foi o Nazismo, implantado pelo astuto, porém canalha, Adolf Hitler, responsável por uma das piores ideologias que a humanidade já viu e que infelizmente muita gente sofreu com ela.  Mas o principal problema daí, surgem os oportunistas de plantão, que exigem retratação do povo alemão, como se eles fossem responsáveis pelo mal causado da nefasta nazista, o mais grave, é que nem levam em conta, que o povo alemão foi a maior vítima de tudo.

E quais as consequências de tudo isso: Um povo afrouxado, omisso, achando que tem que aceitar a tudo e a todos, abaixando a cabeça, por conta da tal “dívida histórica”.

Enquanto isso muitas pessoas, inclusive jovens, quando se fala de Alemanha, a primeira coisa que vem na mente deles, é o Nazismo, porque foram ensinados assim?

 Talvez, mas leitura e conhecimento nunca é demais, porque não dizem por exemplo, que a Alemanha é uma das nações que mais trabalha em prol do bem estar humano e até mesmo animal, no mundo?

Por que não lembrar da alta tecnologia automobilística, química e até mesmo militar dessa super nação?  Por que não lembrar da área robótica, alimentar e de sua variada cultura?  Como a cerveja, o pretzel, a música, a floresta negra, seus chocolates e outras coisas mais? Por que não lembrar de grandes físicos, matemáticos e filósofos?  Dá até pra mencionar alguns: Carl Friedrich Gauss, Felix Hausdorff, Friedrich Hartogs, Margarete Kahn, Albert Einstein, Hans Jonas, Gottfried Wilhelm Leibniz e entre outros nomes. Por que não enxergar na Alemanha e no povo alemão, uma nação e um povo evoluído, esforçado e que sempre pensa logo à frente? Ao invés de pensar no nazismo? 

Simples, e que infelizmente os oportunistas se infiltraram na cultura e tradição alemã, e querem passar essa impressão que a Alemanha é um país ruim e que tem uma dívida histórica, quando na verdade não é nada disso, é uma nação com histórico de guerras e lutas e que o povo sofria e vem sofrendo até hoje, e ainda de forma mais gradual, com a impressão negativa que tentam vender do país. O povo deixou se influenciar por toda essa narrativa e foi passando-se várias gerações, e o que vemos hoje, uma situação quase irreversível de tirar esse miasma da nação alemã. Em particular, quando se fala de Alemanha, prefiro me lembrar de: Adidas, Siemens, Bayer, Oetker, Continental, ZF, Einstein, curva de Gauss, cervejas, Bolo Floresta Negra, etc…

Com certeza e muito mais positivo lembrar das coisas e costumes do que aberração chamada nazismo, que deveria ser esquecida, mas ainda é lembrada pelos parasitas socialistas que amam viver na nação germânica que é cheia de oportunidades.

#fredjonas

Por que é lei?!

Três pessoas em ocasiões diferentes ficaram chocadas por eu estar sem máscara e pediram-me que, por favor, eu colocasse a máscara.

Não coloquei.

E perguntei:

Por quê?

Porque é lei.

Escravidão já foi lei.

Vá além, explique-me por que você quer que eu ponha essa merda dessa máscara!

Porque as pessoas estão morrendo.

E em 2019 as pessoas não morriam? Em 2018, 17, 16, 15 o ser humano era imortal?

Não, mas agora a situação é diferente.

Por que a situação é diferente?

Onde estão os mais de 1 MILHÃO DE MORTOS?

Não, mas é que a lei…

Então é para usar a máscara porque algum merda que está no poder mandou?

Não, mas se o Senhor não colocar a máscara eu vou pedir…

Não vou colocar a máscara e ficarei aqui.

Se você é imbecil a ponto de não entender que está usando essa merda na cara, não por saúde, pela vida, por amor ao próximo, mas porque um merda mandou, você não passa de um escravo que acredita ser livre porque tem celular, usa internet e sabe que o falta é empatia… Mas é escravo.

Eu respeito a sua vocação.

Dê seu braço para a vacina obrigatória, fique em casa e não pense em ser livre, pois, como afirmei, você é escravo.

Só não ouse pensar que todos são como você.

Há quem seja livre.

E, apesar de você, de vocês e de todos que amam a ignorância e detestam a razão, nós sempre seremos livres.

Nós somos livres.

#DiogoSimas

O que aprendi na pandemia?

Aprendi que irracionais usam máscaras, ficam em casa e querem ser vacinados porque seu mestre mandou.
Aprendi que lidar com irracionais é impossível e que irracionais nasceram para a escravidão.
Aprendi que o coronavírus não é pego nas praias, praças, shoppings ou restaurantes… Só nas escolas!
Aprendi que artistas falam muito (muita merda!) e não sabem como morar no Brasil e não ser de esquerda… Usando o cérebro!
Aprendi que há girafas na Amazônia e que “fazer muito e roubar pouco” é pauta política.
Aprendi que não é preciso trabalhar e produzir, pois basta ficar em casa e esperar que os burocratas estatais tudo resolvam, mas não esqueça de espernear quando os preços subirem.
Aprendi que a maioria tem medo de pensar, prefere a ignorância e não tem coragem para viver.
Aprendi que pensar e expor o que penso incomoda muito.
Muitos me perseguiram, porém um deles, com raiva ingrata e num gesto de pura crueldade, prometeu-me o impensável e profetizou: você é tão merda que se eu for Presidente da República, faço-lhe Ministro do STF!
Eu não sou perfeito, mas não mereço tal castigo.
É preciso amor.
É preciso acreditar no universo, crer na energia, pois o que está faltando é empatia.
E falou empatia, já sabe… lá vem merda.

#DiogoSimas

Dois anos de guerras políticas e um grande descaso com a agenda liberal e reforma econômica

(O texto segue bem critico, porém, é uma análise desses dois anos da gestão do governo federal de como foi e está sendo administrado, e quais expectativas para este ano e para os próximos anos até o termino de seu mandato.)

 Nessa semana, o atual presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, foi indagado por jornalistas e sua contra resposta foi “Chefe, o Brasil está quebrado eu não consigo fazer nada”. Vindo do presidente de uma nação, um discurso nesse nível soa áspero, e pode afetar em rolagem da dívida e fuga de capital privado do país, causando uma grande instabilidade no mercado. Deixa a transparecer que o governo abandonou o barco e lançou bandeira branca, e salve-se quem puder, deixando a 6º maior economia mundial largada às traças, e assumindo o papel de incompetência.

 Esta gestão não consegue reagir aos problemas que claramente foram expostos antes mesmo de iniciar o seu mandato e só foram eleitos por dizeres com foco em solução, dois se passaram anos nada disso foi cumprido.

 Adam Smith e a Mão Invisível: a pobreza é um fator natural da origem humana, porém, o que leva a uma nação empobrecer é a má gestão do Estado, e os males políticos.

Sim, o Brasil está fora dos trilhos há muitos anos, e a gestão foi repassada com problemas, mas o que faltou foi interesse e competência em fechar esses gargalos. Dizer que o país está quebrado é uma falácia total e uma tremenda ignorância, o que deveria ser dito é que o rombo fiscal do país é gigantesco e mesmo com a alta carga tributária neste ano e nos próximos anos, teremos déficit nas contas públicas e um crescimento da dívida durante alguns anos. Para se ter uma noção de que a fala foi mal interpretada, o Ministério da Economia disse que o país acumulara dividas públicas num período de 13 anos e até 2026 andaremos no vermelho com as contas públicas. A previsão de melhora é só para o ano de 2027, teremos mais 6 anos amargos com as contas públicas, isso sem contar o cenário catastrófico que originou a pandemia.

Ampliação de isenção do imposto de renda?

Com um cenário catastrófico como esse, dificilmente conseguiríamos aprovar um projeto assim. O próprio Mansueto Almeida – Secretário do Tesouro nacional disse: “O país não pode abrir mão de R$1 de receita”. Em 2019, se o governo botasse pressão e dispusesse importância para o projeto talvez poderia ser aprovado ou discutido, mas o que rolou foram duas ou três falas e nada de levar o projeto para frente.  E em 2021, com o saldo das contas públicas no nível que esta, dificilmente será aprovado. Custará R$39 bilhões para as contas públicas, em um ano que o governo precisará controlar a compra até de um alfinete. Novamente, mais um choro e uma cortina de fumaça, tentando ofuscar a incompetência.

Os problemas que foram deixados de lados por Bolsonaro nesses dois anos

Indubitavelmente, um dos fatores que impulsionaram a eleição do presidente foi a agenda econômica liberal, privatizações, luta contra um estado arraigado com o bem estar social e desleixo dos políticos com as instituições brasileiras. E até o momento atual, tudo ficou em promessas. O governo se perdeu muito com desgastes ideológicos, resposta contrária a uma pandemia e guerras com a mídia, esquecendo do foco de corrigir os gargalos econômicos. Pedras foram aparecendo ao longo do percurso, os filhos com problema na justiça e o medo de sofrer um impeachment. A agenda liberal foi literalmente deixada de lado pelo governo federal, Paulo Guedes, o único sobrevivente de um naufrágio onde grandes nomes pularam da barca que foi furada e esquecida. O ministério da economia ficou sucateado e largado as traças não à toa que, Joaquim Levy (BNDES), Marcos Cintra (Receita Federal), Marcos Troyjo (Comercio Exterior), Rubens Novaes (Banco do Brasil) Caio Megale (Fazenda), Mansueto Almeida (Tesouro Nacional), Salim Mattar (Secretário especial de desestatização), Paulo Uebel (Secretario de desburocratização), abandonaram o governo. As afirmações eram sempre as mesmas: o governo não respondia com as reformas e não dava a mínima para as agendas. Os representantes da ala liberal disseram “A privatização não está andando, prefiro sair”. “A reforma administrativa não está andando, melhor sair”, o próprio ministro da economia confirmou essas alegações e a dificuldade de implementar essas reformas no Brasil.

Contas Publicas, privatizações, previdência, empregos, comercio internacional, nada disso foi feito e acabou tudo em pizza. Um presidente que se opôs a reforma administrativa e deixa engavetado a proposta de reforma administrativa mais de um ano e meio e diz que não consegue fazer nada por que o país está quebrado.

Por qual motivo dessa reação do Presidente da República?

Esse murmurinho foi gerado porque em 2021, o saldo das contas públicas está expondo falhas e é obvio que o governo terá que estourar a medida da PEC do teto de gastos, e está com um medo danado de um processo de impeachment. Esse ano, o governo terá que se virar com R$ 92 bilhões com os gastos públicos, um valor apertado mesmo com o crescimento de 3,2% da economia em 2021. Em um momento menos conturbado, Bolsonaro não correu atrás das reformas econômicas agora terá que administrar esse valor neste ano, acho muito difícil.

O país não tem conseguindo manter suas contas em dia com os órgãos internacionais, algo bem preocupante. Deve quase R$ 3 bilhões aos órgãos multilaterais, (Brics, Banco de Desenvolvimento do Caribe, Corporação Andina de Fomento, BID Invest), dentre outros. Além de não cumprir com aquilo que foi proposto durante sua candidatura corre um sério risco de o país ficar manchado no cenário internacional novamente como mau pagador.

Como será 2021?

Um ano com muita roupa suja para lavar, com o fim do auxilio, um propulsor que fomentava a economia da classe dos mais carentes e que chegou ao seu fim em dezembro. Teremos que sanar o alto nível de desemprego gerado pela pandemia da COVID-19, afinal são 14 milhões de desempregados. Uma grande parte da população que perdeu emprego em 2020, voltará a todo vapor em 2021 com o fim do benefício social. E com isso a taxa de desemprego tende a subir, segundo o Ibre- FGV, a taxa de desemprego nesse ano pode chegar em 15,6%.

Em 2020, a taxa do IPCA fechou em 4,39% e até o final de 2021, segundo a Focus, a taxa acumulativa ficará acima de 5%. Será complicado assegurar o poder de compra das pessoas nesse período, indivíduos desempregados e consumindo produtos com valor elevado.

Mesmo com Arthur Lira – PP, uma peça chave de Bolsonaro, para intermediação com acordos de negociação das reformas estruturais no Senado. É bem provável que passe apenas PEC emergencial e a PLP 19/2019, projeto de autonomia do banco central. Lembrando que o projeto do banco central não teve apoio algum do nosso presidente. As reformais mais consistentes dependem de uma organização do governo, junto ao planalto e ao presidente. Algo que será difícil de acontecer em 2021.

A realidade que deixa a transparecer é que daqui pra frente, haverá bastante trabalho e o governo terá que arregaçar as mangas e daí o tal do chororô. O presidente tem demonstrado que não tem capacidade alguma de governar este país, com mais medo de perder sua popularidade, pensando na corrida eleitoral de 2022, do que fazer um trabalho competente e eficaz aos problemas que estão impregnados neste país. O próprio Guedes afirma que, para uma resposta mais rápida da economia no período da pandemia, é necessária uma vacinação em massa em toda a população. E quem é contra a vacinação e toda medida de resposta a pandemia? Ele mesmo, nosso “Messias”, Bolsonaro. 

O mercado cada vez tem acreditado menos em uma resposta do governo e do Congresso, tem sido difícil acreditar que a gestão atual trata medidas para melhorar a produtividade e abrir leque para o crescimento econômico.

Serei um pouco ousado, mas usarei um termo dito a tempos atrás por Milton Friedman. “Se colocassem o governo para administrar o Deserto do Saara, em 5 anos estaria faltando areia”.

Fontes: G1 BBC INFOMONEY

#wadathanfelipe

Liberdade? Amor.

Nos EUA o atual Presidente foi removido de algumas redes sociais.
Antes de tudo, cabe a quem gosta de liberdade criar um ambiente de liberdade, pois as atuais redes sociais viraram o lugar de lacração, onde os politicamente corretos (aqueles inteligentinhos que leram meia dúzia de livros e fazem cara de que sabem alguma coisa, mas são burros até a alma) pagam de intelectuais.


E, convenhamos, empresas privadas podem retirar quem bem entenderem de suas plataformas.


Mas na China isso jamais ocorreria, afinal, na China não há Twitter, Facebook, Instagram…

E, inteligentinhos, não se esqueçam: o coronavírus só tomou essa proporção porque na China há socialismo, o socialismo destrói a liberdade e a falta de liberdade impediu que o restante do mundo fosse alertado.


É até simples de entender.


Mas os progressistas inteligentinhos sabem que o socialismo não é controle e não é fim o fim da liberdade.


Socialismo é amor.

#DiogoSimas