Autor: Luiz Vieira

A ruína da Inglaterra

Inglaterra: do berço do liberalismo clássico à social-democracia

A Inglaterra já não é mais a mesma há algum tempo, e o que conseguimos enxergar na nação que foi a última potência mundial antes dos EUA? Uma sociedade em crise de identidade e até mesmo confusa, pelo simples fato de ser considerada uma das nações mais contemporâneas do mundo. Entretanto, esse termo “contemporâneo”, na verdade, significa liberal.

A Inglaterra abriu demais suas portas  para outros povos,  outras culturas e, o que se vê hoje é o próprio inglês que perdeu em sua cultura e tradição; um grande exemplo é, a lei de Sharia já sendo implantada em algumas cidades do país. A própria capital, Londres, tem bairros ou boroughs (distritos), que você vê de tudo, menos ingleses.

É complicado vermos uma nação tão poderosa e influente como a Inglaterra nesse estado, pois com uma sociedade perdida e confusa em sua própria cultura e, muitas vezes, abdicando de suas próprias raízes do passado e presente, fica cada vez mais vulnerável e acaba por crer cada vez mais no cancro chamado estado, que é o co-autor principal dos males.

A terra do respeito à liberdade, do liberalismo clássico, do conservadorismo clássico, está presa a social-democracia, que é totalmente antagônica a qualquer liberdade, é de doer a alma e, o que é pior, ver uma nação ainda forte e poderosa, com uma sociedade afrouxada por conta de ideais socialistas pró-estado.

Em tempo: a Inglaterra fez, sim, muitas coisas ruins e erradas no passado, principalmente no histórico de colonização, mas isso por conta do próprio Estado, que muitas vezes se metia em guerras e acabava se endividando e, muitas vezes, sendo truculento com suas colônias e seus povos.

Mas, por outro lado, teve a revolução industrial que mudou completamente a história do trabalho no mundo e até mesmo a forma de negociações, pode-se dizer que, indiretamente, deu mais força ao livre mercado em si, e também bateu de frente e “salvou” a Europa do louco Napoleão Bonaparte. Também bateu de frente com mais dois loucos que queriam derrubar o liberalismo na época para impor suas formas ideológicas: Hitler e Mussolini. Ainda teve total ajuda dos EUA, só não podemos esquecer que tanto um quanto o outro eram os alvos de Hitler e Mussolini.

A Inglaterra, ainda hoje, é uma nação aberta, uma das mais abertas do mundo, porém, até quando, não sei responder, isso pelo fato da social-democracia estar ganhando mais força em terras inglesas.

Uma nação de histórico de guerras, jamais pode se deixar prender e se derrotar por uma ideologia que tende a tomar a sua identidade para colocar outras;mesmo com o BREXIT acontecendo tardiamente, pois eles já deveriam ter saído da União Europeia, que nada mais é do que um dos tentáculos globalistas. Assim, talvez a sociedade inglesa não seria hoje tão refém de socialistas oportunistas.

Como diz o hino, só que desta vez de forma um pouco alterada: Deus, salve a Inglaterra.

#impostoeroubo

#fredjonas

Armas

Armas não matam.

Armas não cometem crimes.

Pessoas cometem crimes.

Pessoas matam.

Quem usa uma arma com o intuito de cometer um crime, independentemente de permissão ou proibição, continuará a usar armas e continuará a cometer crimes.

A questão é outra: toda pessoa tem o direito de se defender e o Estado não tem como estar em todo lugar. Portanto, é um direito andar armado e agir em legítima defesa contra uma injusta agressão.

Caso alguém cometa um crime, a solução é simples: punição severa, sem regalias e isso, sim, fará a criminalidade diminuir, pois todos têm a liberdade de escolher suas ações, mas todos têm a responsabilidade pelas mesmas.

Crimes não têm origem na liberdade.

Crimes têm origem na impunidade.

#DiogoSimas

FED

A facilidade de transacionar não é o principal atributo que faz com que as criptos tenham valor.

O que as tornam valiosíssimas é justamente o seu poder de escapar deste tipo de dinheiro endiabrado e maldito que pessoas como você querem nos enfiar goela abaixo.

Chega de crises, chega de empobrecimento. Queremos liberdade monetária, queremos nosso dinheiro fora de suas garras.

#joaozuan

O que se vê e o que não se vê

O que não se vê: até aqueles empregados que eram custeados apenas com o salário dos empregadores passam a ser ajudados pelo estado. A demanda por este tipo de auxílio sobe e, portanto, também os gastos do governo. Ou estes gastos requerem mais impostos -o que acaba por prejudicar a criação de novos empregos-  ou impressão monetária, o que eleva todos os preços e deixa o trabalhador mais pobre.

#joaozuan

Resgate aos valores do 9 de julho

Analisando o histórico de tirania perpetrado pelo governador João Dória e a passividade com que o povo paulista se submeteu aos seus delírios ditatoriais, podemos concluir que nos tempos atuais, mais do que nunca, precisamos resgatar os valores que em tempos antigos levaram à revolução constitucionalista de 1932.

Após o golpe de estado promovido por Getúlio Vargas e a imediata suspensão da constituição, uma série de decretos e intervenções humilhantes foram impostas aos estados brasileiros, a união centralizou o planejamento econômico e solapou a cultura dos diferentes povos que habitam a terra de Santa Cruz, chegando ao nível de proibir as bandeiras estaduais. 

Os paulistas, que à época já despontavam como principal condutores do desenvolvimento econômico brasileiro, tendo como força motriz o plantio do café, logo se revoltaram e iniciaram uma série de protestos, dentre eles o fatídico 23 de maio que culminou na morte de 4 jovens heróis: Martins, Miragaia, Drausio e Camargo. As iniciais desses 4 manifestantes (MMDC) se tornaram o símbolo da luta pela liberdade e foram um dos estopins para a guerra que se iniciou em 9 de julho.

Apesar do escopo principal ser a proclamação de uma nova constituição, São Paulo tinha em suas trincheiras uma forte corrente separatista, sendo endossada por escritores famosos como Mário de Andrade e Monteiro Lobato. Não pretendo argumentar aqui a moralidade do objetivo constitucionalista/democrático da revolução, pois na época as grandes massas e até mesmo a elite cafeeira obviamente não tinham acesso aos filósofos austríacos/libertários, portanto viam os valores democráticos como alicerces para a conquista da liberdade (Liberdade, o verdadeiro objetivo da guerra contra a União). 

Também não vou discorrer sobre a importância e a necessidade de se separar do Brasil, pois esse tema já é de comum acordo entre todos os libertários que nos acompanham (ou deveria ser). O grande debate aqui é a mudança cultural entre as gerações de 1930 e a atual.

Em contraste com a geração que empunhou armas e arriscou sua vida contra os governantes em favor da liberdade, a era do covid nos mostrou que temos uma geração de pessoas assustadas, que não pensam duas vezes antes de entregar suas liberdades individuais em troca de uma promessa (que nunca se cumpriu) de proteção. 

Mesmo sem embasamento estatístico ou científico, os governos nos fizeram acreditar que a única solução para conter o vírus chinês era que tivéssemos nossos comércios fechados, nosso direito de ir-e-vir solapado e, consequentemente, nossas economias devastadas diante do desemprego gerado pelos lockdowns cidade afora. 

Esses mesmos governantes que nos convenceram do auto-sacrifício jamais abriram mão de seus carros de luxo, auxílios, salários exorbitantes e vários milhões gastos em publicidade para que suas imagens continuassem imaculadas e exaurindo o ar de grandes protetores da sociedade. 

Poucas vozes se levantaram diante da indignidade de tais decretos e o crescente número de óbitos mesmo em estado de sítio. Não percebemos que mesmo na fase vermelha (restrição de nível soviético), o número de óbitos continuava aumentando exponencialmente e tais medidas restritivas só funcionaram como campanha de marketing para autopromoção e suposta demonstração de preocupação e zelo por parte dos nossos inquisitores (quero dizer, governantes).

O diretório paulista do Partido Libertários luta dia e noite para que os valores outrora propagados pelos revolucionários de 32 jamais sejam esquecidos e que um dia retomemos nosso brio e voltemos a lutar pela Liberdade,” ao invés de entrega-la de mão beijada por uma falsa promessa proteção.

Henrique Siphone, Presidente do diretório estadual do Liber

Terceira via

1. O LIBER não apoia Bolsonaro.

2. O LIBER não apoia a esquerda.

3. O impeachment é uma estratégia do centro corrupto com a esquerda radical de tirar o Bolsonaro das eleições para que os grupos mais corruptos do Brasil voltem ao poder.

Isso significa que Bolsonaro é bom? Claro que não! Somos libertários e entendemos de política.

Como defendemos a liberdade acima de tudo e nenhum indivíduo acima de ninguém, estamos bem apreensivos com o cenário atual.

O discurso do impeachment é fácil e obviamente que todos os políticos deveriam ser “impichado” e o estado abolido, mas vivemos num momento de muita gente poderosa querendo influenciar a opinião pública com interesses escusos.

É preciso ter muito cuidado nesse momento no qual, talvez – e eu vou reforçar o talvez – o bolsonaro na presidência seja necessário para salvaguardar o mínimo de liberdade que ainda nos resta.

É horrível dizer isso, mas é a verdade. É preciso vigilância, muita vigilância.

#effe

França: o real símbolo do ordoliberalismo

A França é mais um desses casos enigmáticos de potências que nunca foram de fato totalmente livres. Mas por quê? Para explicar o motivo devemos voltar à época da Revolução Francesa, quando resolveram lutar para acabar com a administração monárquica, juntamente com o clero, que controlava a vida do povo francês e resolveram acabar de vez com esse regime para, no final, simplesmente mudar de um comando para outro, isto é, sai monarquia e entra o estado. 

O que ocorreu foi um show de horrores, pois aqueles que lutavam contra a monarquia acabaram sendo os mesmos que chegaram a guilhotinar mais de 100 pessoas diariamente tudo em prol da “revolução”, da troca de comando, isso sem contar que, por meio da Revolução Francesa, foi criada a dicotomia política que vemos hoje. 

No dia da reunião na assembléia governamental, as pessoas que lutavam por um estado controlador, que cuidaria e controlaria a vida e a economia do povo sentaram-se do lado esquerdo (Jacobinos), enquanto que aqueles que lutavam por um estado não-controlador e também lutavam por liberdades individuais e manter valores e costumes tradicionais, juntaram-se à direita (Girondinos). Acontece que os Jacobinos estavam em maioria e acabaram sendo os responsáveis por uma das maiores carnificinas da história da humanidade, tudo em troca de acreditarem que um estado controlador cuidaria do bem-estar da população no geral. Ledo engano, como a gente bem sabe.

Mas você deve estar se perguntando: Se a França nunca foi de fato uma nação totalmente livre, como ela ainda pode ser uma das nações mais fortes e influentes do mundo? Simples, além de ter fortes instituições, também sempre foi uma nação que soube desfrutar e aproveitar seus recursos, mesmo que ainda tenha um estamento burocrático muito forte, talvez o maior da Europa, também tem resquícios de liberdade econômica, por isso sendo citada como não totalmente livre, sempre investindo em tecnologia e militarismo, conhecida potência militar mundial e nuclear, contando com muitas transnacionais poderosas: BIC, L’oreal,BNP Paribas, ALSTOM, Michelin, Kipsta, Danone, Valeo, Peugeot, Renault, Citroen, etc.

Após a revolução francesa o que se viu no país foi uma nação com estado praticamente totalitário querendo dominar a Europa quase por inteira até ser derrotada pela Grã-Bretanha na batalha de Waterloo. Mas ainda assim, depois disso, a França não perdeu o costume de manter um estado “grande” e controlador e nunca no final das contas chegou perto de ser um estado pequeno ou mínimo.

Como diz o lema da República Francesa: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, que significa: Liberalismo, Socialismo e Estado, nessa mistura você pode chegar à ideia de que a França nada mais é do que uma nação ordoliberal, aliás sempre foi.

Uma das nações mais estatistas e controladoras da Europa que, apesar de sua influência, o povo francês nunca foi totalmente livre, pelo contrário, sempre foi aquele que reza pelo papai estado, e agora estão sentindo de vez na pele o perigo disso, a abertura ao multiculturalismo e dominância islâmica, outro grave problema causado por burocratas e parasitas estatais de patente maior da Europa(UE).

A França só tem uma saída para reverter tudo isso: O libertarianismo. Acho que Frederic Bastiat quis dizer isso na época dele e não foi totalmente compreendido.

#fredjonas

Queda da globo

A queda da TV Globo é uma aula de como o corporativismo funciona.

Bastaram alguns cortes de dinheiro público, uma regulaçãozinha revogada aqui e outra ali e a emissora deixou de ser lucrativa. 

Ou seja, o serviço real que a Globo oferecia não era demandado pela população ou, se era, havia um desperdício enorme de recursos. 

Agora é só imaginar essa mesma situação em todos os setores da economia, em cada município, estado e região. O positivismo permite que empresas estabeleçam uma relação de cumplicidade com o governo e “encomendem” leis que sirvam para restringir a competição e angariar privilégios de todas as formas possíveis. 

Em vez de buscar atender os consumidores da melhor maneira possível visando o lucro, o que é muito difícil e custoso, as empresas cortam caminho e ganham mercado por meio de leis espúrias. O resultado disso é a concentração de renda, menos empregos, serviços caros e ruins e o menor padrão de vida. 

Em um livre-mercado os recursos seriam direcionados da melhor maneira possível, com muito menos erros, de forma que atendam as necessidades mais urgentes primeiro.

#joaozuan

Libertarianismo: mais que um movimento; um sentimento

Você já teve aquela sensação de que nosso país nunca melhora? Já percebeu que no final das contas o governo parece ser sempre nosso maior inimigo? Desanima quando fica sabendo que um serviço só é oferecido pelo governo? Então preciso te contar um segredo: muito provavelmente você já é um libertário e não sabe ainda.

Os termos “Libertário” ou “Libertarianismo” surgem ainda no século XVIII, muito antes de Murray Rothbard os teorizar como uma vertente sócio-política específica. O Libertarianismo, como ainda é muito usado nos Estados Unidos, remete a um sentimento de desconfiança e descrença no estado. Justamente por isso vemos muitos americanos se posicionando como conservador libertário ou republicano libertário. Tal sentimento já é tão arraigado naquela cultura que até libertários de esquerda por lá existem (sim, um tanto paradoxal, mas existem).

No Brasil, o libertarianismo já chegou mais estruturado. Após ser teorizado como uma ideologia específica, majoritariamente por Rothbard, o movimento libertário pousou nas terras tupiniquins encorpado numa forma quase indissociável ao anarcocapitalismo. Para nós brasileiros ser libertário é quase sinônimo de rejeição completa do estado e suas ações.

O LIBER (Partido Libertários), no entanto, enquanto projeto de partido político fiel às raízes libertárias, abraça conservadores e liberais condizentes aos seus princípios ideológicos clássicos e que também repudiam diversas ações estatais de forma consistente. Nosso projeto em sua essência é assumidamente anarcocapitalista, mas entende que outras ideologias que valorizam o indivíduo e ações voluntárias (não coercitivas, como ocorre no livre mercado) podem auxiliar nessa luta contra os abusos do governo.

Não entregue sua liberdade nas mãos de terceiros nem abra mão de administrar sua própria vida com seus próprios recursos e princípios. Alimente o sentimento libertário em você, suspeitando sempre do estado, para não viver sob as regras dos outros.

#FAL

Lapidando um libertário

É difícil encontrar uma pessoa que não goste dos filmes do cineasta britânico Christopher Nolan. Ele é responsável por grandes filmes como O grande truque, Amnésia, Interestelar e A origem. É justamente sobre esta última obra citada de Nolan que pretendemos falar aqui, e sim, tem tudo a ver com o movimento libertário.

Inicialmente, vale uma breve revisão do contexto cinematográfico. No filme A origem, de Nolan, um grupo de profissionais contratados tenta adentrar a mente de um poderoso empresário –através de seus sonhos– e implantar uma ideia na mente dele. Estes profissionais deixam claro, em um dado momento, que não basta apresentar uma informação complexa pronta para alguém e esperar que esta pessoa se convença daquilo. É necessário construir a ideia juntamente com a pessoa para que ela suponha ter chegado àquela conclusão.

O que vemos constantemente no cenário libertário brasileiro atual é o mesmo erro apontado pelas personagens do filme citado. Escrever “COMUNISTA!” em caixa alta em debates de redes sociais ou gritar que “imposto é roubo” durante um jantar em família de nada ajudarão o movimento libertário. O saldo no final do dia, após estas intervenções, serão de libertários a menos, pois tais condutas só reforçam estereótipos que já carregamos injustamente. Como podemos, então, abordar melhor as pessoas para lapidar um novo libertário? O filme de Nolan já nos ensinou.

O primeiro passo seria algo já muito proposto por Hoppe e Rothbard (e, logicamente, o libertário brasileiro de internet não sabia disso, pois também não estuda as obras libertárias, apenas assiste vídeos rápidos de influencers): deslegitimar a ideia já vigente, no caso o estatismo/socialismo. 

Antes mesmo do colega liberal, conservador ou mesmo socialista entender sobre PNA e que a tributação estatal fere a propriedade privada, é necessário fazê-lo entender que o socialismo e seus diversos graus (representados no estatismo) não funcionam e somente levam ao declínio da civilização humana. É necessário mostrar ao seu parente que gosta de discutir política que não há intervenção governamental benéfica; que as maiores calamidades humanas foram realizadas com a anuência do estado; que qualquer suposto benefício direto que o estado te fornece vem às custas de expropriações muito maiores e violentas. Lembre-se que este processo é lento e progressivo, depende de paciência e persistência da parte do libertário despertador. Nesta fase, então, é aberto um pequeno vácuo na mente de uma pessoa, onde ocorre a desconexão entre a imagem do estado e boas ações/resultados. 

Partimos para a fase mais decisiva em seguida. Uma vez convencido de que o estado é ilegítimo e não traz benefícios para nenhum indivíduo e muito menos para a sociedade, o libertarianismo precisa entrar para preencher o vácuo mental. “Se o estado não é a solução dos nossos problemas, o que seria?”, pensará o pobre recém-despertado. E assim o libertário entra com as ideias de individualismo, ação humana e livre mercado. Lembre-se de que a ideia tem de ser construída, falar em ilegitimidade da democracia, descriminalização das drogas e porte totalmente irrestrito de armas pode ser uma overdose da red pill logo no início. Assuntos já bem tolerados e discutidos são mais palatáveis e processáveis. A partir daí, conceitos e análises mais disruptivas vão entrando como informações inocentes, apenas “pontos de vista diferentes”.

Desta forma, o libertarianismo fica mais digerível. Lembre-se que antes de propor a sua ideia você deve perguntar o por que a ideia alheia é melhor. Coloque o estatismo à prova sempre, desnude-o. Entre, gentilmente, com as concepções de propriedade privada usando exemplos cotidianos. Antes, procure pontos de concordância com o outro, isso já facilita o diálogo e te prepara para o nível de argumentação necessária. E o mais importante de tudo: estude o libertarianismo! O colega a ser convencido já está munido de doutrinação estatal vitalícia, não subestime um alienado.

Sem estratégias, o libertarianismo brasileiro nunca alcançará o lugar que tanto almeja no debate social do cotidiano. Precisamos traçar caminhos e planos acessórios para atingir a visibilidade necessária. É preciso paciência e perseverança nesta conquista. Os socialistas souberam usar tais condutas e hoje estão ganhando a batalha, mas com atenção podemos vencer esta luta. Como disse um libertário certa vez: se o socialismo, que possui ideias e resultados tão ruins, tem perseverado bem na sociedade, por que o libertarianismo, que é tão bom, não pode?

#FAL