Sobre as vacinas

Sou totalmente a favor de vacinas.

Negar o avanço que as vacinas representam é negar a realidade.

Vacina para o coronavírus?

Fé.

Fizeram da vacina um ato de fé.

Sim, qualquer substância por ser supostamente uma vacina é boa, deve ser obrigatoriamente ingerida por todos e não é admitido qualquer questionamento, pois, quem questiona uma vacina, é ignorante e anti-ciência.

Vacina para o coronavírus?

Não houve tempo para a avaliação de médio e longo prazo para se saber quais os efeitos colaterais que certamente virão, pois vacinas têm efeitos colaterais.

A tecnologia aumentou muito, dizem os cegos do pavor.

Mas não há tecnologia que substitua o tempo.

O pavor cegou e os apavorados, de joelhos, esperam e imploram por uma salvação que simplesmente não existe.

O vírus é real, o risco é real e as mortes são reais.

Porém o fato é que a esmagadora maioria das pessoas contaminadas sobrevive e está cada vez mais claro que houve um imenso exagero e que a letalidade do coronavírus é baixíssima, não havendo razão por uma corrida sem sentido em busca de uma substância cujos efeitos de médio e longo prazo são simplesmente desconhecidos.

E você quer que todos sejam obrigados a tomar essa vacina?!

Não há dados, não há tempo, não há sentido no que os parasitas ordenam e na mente dos escravos que imploram por controle.

Mas você quer vacina. Você chora, geme, entra em desespero e pânico e implora por uma vacina porque você tem fé na vacina.

A verdade?

A verdade é que vacina não é um ato de fé.

Eu não tenho a sua fé.

E isso que estão tentando impor a todos não é vacina.

É uma substância experimental.

Eis a verdade.

#DiogoSimas

O que o coronavírus nos diz

O que o coronavírus quer dizer à humanidade?

Nada.

Sim, o vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas o vírus é uma contingência e merdas acontecem todos os dias.

Por tudo o que há de sagrado, não peça para ser controlado!

Somos mais que transmissores de vírus.

Somos humanos.

Não queira ficar em casa para sempre.

Na vida há vírus, sangue, suor, cheiros, fedor e, sim, há morte.

A vida não é limpinha!

Café com leite… Não caia nessas bobagens de espiritualidade fast food, não vire um adorador de energia (seja lá o que isso for) e não se converta num retiro zen transcendental silencioso.

Não viaje nessa loucura do “novo normal”.

O apocalipse tão prometido e, talvez, tão querido pelos adoradores do caos não veio, não virá e essas máscaras não ficarão muito tempo nos rostos.

Mas, se há algo que ficou claro, é que a maioria da humanidade tem vocação para a escravidão.

Nada além disso.

Inocente, volte à realidade.

Cresça.

 #DiogoSimas

A RAIZ DO MAL

Ter uma moeda segura e confiável é necessário para promover riqueza e essencial para a liberdade individual. Paz e prosperidade ao longo prazo também são impossíveis sem isto.

Portanto, os bancos centrais são a raiz de todo o mal. São eles os responsáveis por financiar guerras, por favorecer alguns em detrimento de muitos, por resgatar instituições malignas e destruir o poder de compra, empobrecendo a sociedade em geral.

Juros artificialmente baixos orquestrado pelos bancos centrais, geram falsas informações mercadológicas, e então induzem investidores, poupadores, tomadores de empréstimo e consumidores a julgar mal o que está acontecendo.

Ao invés de poupança e investimento, fator determinante para a criação de riqueza, indivíduos são levados ao consumo e ao endividamento excessivo.

O novo dinheiro injetado beneficia os primeiros que o receberem, os “amigos do rei”; grandes corporações e bancos são favorecidos por utilizá-lo antes da subida dos preços. Os últimos recebedores verão seu dinheiro com menor valor, e assim, invariavelmente acabam empobrecendo.
A inflação é o ópio do povo, é um imposto disfarçado e, portanto, o mais maléfico de todos. A natureza destrutiva desta instituição o faz uma ferramenta nas mãos de tiranos.

E é por isto que precisamos de livre mercado no sistema monetário, de descentralizações, de moedas concorrendo livremente e escolhidas voluntariamente. Precisamos da volta do padrão ouro e do Bitcoin!

Á luta!

#joaozuan

A virtude do medo

Você está apavorado?

Você está em casa?

Você não sai de casa e quando sai, quase sob tortura, pois se pudesse nunca mais sairia de casa, usa máscara, afasta-se de todos, esconde-se de amigos e passa álcool nas mãos, no rosto, no corpo, como se todos que não sejam você sejam contagiosos?

Você é virtuoso?

Você, que ama o medo, louva o controle e se orgulha de ser covarde, é virtuoso?

Não.

Você é covarde.

Covarde é só covarde e quem finge que sua covardia é virtude, tenta relativizar a realidade, como se sua mentira tivesse o condão de mudar a verdade.

Mas sua mentira, como a sua covardia, é o que é: mentira é mentira, covardia é covardia.

Você é covarde.

Nada causa mais ódio ao escravo covarde do que o livre corajoso.

O covarde, em sua covardia, não age sozinho, mas somente em bando e em bando persegue, grita, agride, xinga e denuncia.

Sozinho nada faz.

Sozinho, o covarde se esconde.

Mas em bando, o covarde ama perseguir quem é livre e vê na liberdade tudo o que detesta: liberdade de pensar e coragem de viver.

Covarde, tenha um breve instante de coragem, tire a venda dos olhos e a focinheira que como jugo você usa: o caos que lhe amedronta não veio e não virá, mas se você quer um mundo sem riscos, fique em casa, embaixo da cama e chore baixo, pois ninguém lhe escutará.

Na vida há vírus, há riscos e, sim, na vida há morte.

É a vida.

Mas a vida é dos corajosos.

A vida é dos livres.

Nós somos livres.

#DiogoSimas

2020: o ano perdido

Sim, 2020 foi um ano perdido.

Aprendizado?!

O que foi aprendido?

Que um bando de burocratas pode mandar e desmandar a ponto de obrigar a todos a ficar em casa, mas, claro, obrigam todos a ir às ruas votar!

Foi esse o aprendizado?

Foi aprendizado usar uma máscara de pano na cara como se um pano pudesse impedir o contágio por um vírus microscópico?!

Foi um aprendizado descobrir que as pessoas morrem?!

Sim, pessoas morrem!

Pessoas morreram em 2020, como morreram em 2019, 2018, 2017, 16, 15 e sempre porque pessoas são mortais!

Foi isso o que foi aprendido?!

Vacina?!

Isso não é vacina, pois não houve tempo para se saber os riscos de médio e longo prazo.

Sim, morreram em torno de 200.000 pessoas no Brasil, mas somos em torno de 212.400.000 de pessoas no Brasil.

Morreram em torno de 1 milhão de pessoas pelo mundo, mas somos mais de 7 bilhões de pessoas no planeta.

Sinto pelas mortes, sinto por quem sofre, mas use a razão e pense em perspectiva!

Não há razão para o pânico que as pessoas estão sentindo e não há razão para que as pessoas chorem e implorem por uma vacina sem garantias.

O armagedom tão desejado pelos adoradores do caos não veio e não virá!

Sim, o ano de 2020 foi perdido.

O que aprendemos em 2020?!

Aprendemos que se os parasitas estatais mandassem as pessoas usarem calças de palhaço elas usariam… Porque o nariz elas já usam.

#DiogoSimas

Cegos.

Não haverá ano novo.

Não haverá mudança.

Vacina é a solução?

Você só sairá da quarentena e voltará a viver quando a vacina vier e seus salvadores encontrarem e lhe derem a salvação?

Realidade.

A realidade é que você nunca sairá da quarentena.

A quarentena que lhe foi imposta e pela qual você se apaixonou não é pela existência do coronavírus ou de qualquer outro vírus.

O coronavírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas o que você quer é irreal.

Você quer que não haja mortes, pois se há uma morte, então o mortal vírus é mortal, letal, desesperador e justifica a quarentena, as máscaras, o desespero, o medo, o pânico e justifica que não haja liberdade.

A morte justifica que não haja liberdade.

A morte justifica que não haja vida.

Mas há um erro em sua justificativa: as pessoas são mortais.

Pessoas morreram, morrem e morrerão, pois pessoas nascem, vivem, morrem e morrerão.

Pessoas são mortais.

A morte é triste.

A morte merece respeito.

Mas a morte não é justificativa.

A morte é um fato da vida e quando se deseja um mundo sem morte, deseja-se o impossível.

Eis o erro do insano do controle.

Ao ficar de joelhos e implorar para que os burocratas estatais lhe desse o impossível, o insano abriu mão da liberdade porque é irracional e obteve nada em troca.

Não haverá ano novo.

Não haverá mudança.

O coronavírus não é o único vírus que tomou a humanidade.

O vírus da ignorância se espalhou e enquanto você não abrir os olhos e a mente, nada mudará.

É preciso abrir os olhos.

Abra os olhos.

Tempo ainda há.

#DiogoSimas

Negacionista?

Negacionista?

Irracionalidade.

Essa é a doença.

Quem nega o vírus, é negacionista, mas quem nega a realidade é irracional.

Pensar?

Enxergar fatos, buscar dados e analisar a realidade?

Por quê?

Os especialistas fizeram, fazem e farão esse serviço para vocês?

E, sob o argumento da autoridade (pois afirmar que os especialistas afirmam, é exatamente isso), os pseudo responsáveis seguem todas e quaisquer ordens, das mais brandas às mais absurdas.

Só há um problema: a realidade.

Realidade?

Sim.

Por um minuto, um segundo, um mísero instante, pense: se as máscaras impediram muito o contágio (como alguns dizem), por que o contágio aumentou?

Se o lockdown funcionou, por que a questão não está resolvida e afirmam que haverá outro lockdown?

Não responda que os especialistas isso ou aquilo ou que o “mundo inteiro errou”… Não há consenso entre os especialistas, o “mundo inteiro” não é argumento e até bem pouco tempo havia escravidão quase no “mundo inteiro”.

Vá além das frases feitas e olhe a realidade: as medidas que tomaram sua liberdade não serviram para absolutamente nada e isso não é opinião, são os fatos.

Sim, o vírus é real, o risco é real e as mortes são reais, mas se você crê que burocratas estatais podem conter um vírus, além de sua inocência beirar a insanidade, o negacionista é você.

Mas, apesar dos fatos, você pode escolher usar máscara, ficar em casa e esperar que o pai estado tudo resolva.

Eu respeito sua vocação para a escravidão.

Mas não ouse imaginar que todos são como você.

Há quem pense.

Há quem reflita.

Há quem seja livre.

Nós somos livres.

Eu sou livre.

#DiogoSimas

Girafas de Natal

Natal.

E girafas na Amazônia.

Sim, você pode e deve comemorar o Natal, mas com parcimônia, poucas pessoas e pouca bebida.

Sim, a bebida pode lhe deixar ébrio e ébrios perdem o senso e o bom senso e abraçam, apertam e beijam.

E se você beijar alguém?

E se você, que não sabe se está contaminado, contaminar alguém?

E se você, que não apresenta sintoma algum de doença alguma, contaminar alguém com seus vírus ou coisa pior?!

Não beba.

Não beije.

E se puder, respire levemente.

E na ceia lembre-se não de quem não tem o que comer, mas dos animais que deram a vida para alimentar sua sede, não de água, mas de sangue que lhe faz comer carne.

Essa sede de sangue faz de você carnívoro.

Faz de você insensível.

Mas há quem sofra.

Animais sofrem e na Amazônia girafas queimadas sofrem e você, que insensível é, desperdiça a oportunidade de viver e não cuida do próximo e de si.

As girafas sofrem, florestas queimam, o mundo agoniza… E você não quer tomar uma vacina?!

É que na Amazônia não há girafas e isso não é vacina.

É uma substância experimental.

Feliz natal.

#DiogoSimas

Quarentena da Razão

Quarentena é isolar pessoas contaminadas. Isolar pessoas saudáveis é ditadura.

Máscara?

Se você quer usar máscara, use. Se encontrar alguém sem máscara e isso lhe incomodar, afaste-se.

Obrigar que pessoas saudáveis usem máscara para que aqueles que estão com medo sintam-se melhor, é abuso.

Não entre na paranoia de que mundo irá acabar, de que milhões morrerão e de que os profetas do apocalipse e amantes do caos estão certos.

Não estão.

Houve, há e haverá mortes.

Somos mortais.

Somos mais que transmissores de vírus.

Não caia na tentação de viver em casa e buscar uma segurança irreal.

Na vida há vírus, dor, suor, fedor, guerra, paz, amor.

Na vida há esperança.

E há morte.

Se você quer alguém que lhe prometa o impossível, converse com mentirosos.

A ilusão pode lhe fazer bem.

Mas é só ilusão.

Abra os olhos.

Saia da escuridão.

Tempo ainda há.

#DiogoSimas

Novo normal?

Não existe novo normal.

O normal é lidar com o coronavírus como sempre lidamos com todos os vírus: com tratamento e adaptação imunológica.

Pessoas morrerão?

Sim.

Mas se você acredita que o estado pode evitar um vírus, você sofre de cegueira intelectual.

O que vimos, e estamos vivendo, foram verdadeiras insanidades perpetradas pelo bando de idiotas que está no poder e, o mais trágico, é que a maioria das pessoas aplaudiu!

Vida primeiro, Economia depois?!

Só idiotas pensam uma idiotice dessas.

Economia se recupera, vida não?

Como quem trabalha hoje para comer hoje comerá sem produzir?!

Enfim, quando os adultos adolescentes entenderem que na vida há riscos e que o coronavírus não é tão diferente da infinidade de vírus com os quais convivemos e evoluímos ao longo de anos, teremos alguma chance.

Mas os adultos adolescentes não querem amadurecer e, quando se deparam com alguém sem máscara, choram, gritam e esperneiam.

Sim, o vírus é real, as mortes são reais e não diminuo o sofrimento de ninguém, mas se vocês querem um mundo sem riscos, fiquem em casa, de preferência embaixo da cama, e chorem baixo.

Ninguém aguenta mais vocês.

Cresçam.

#DiogoSimas